Mês(s): novembro 2017

nov30
De acordo com um estudo, eles não curtem coisas como não desgrudar do celular durante o encontro e não prestar nenhuma atenção no que eles dizem
Na hora de tentar conquistar o “crush”, é comum que as pessoas foquem os esforços na aparência e em ter gostos parecidos, mas, de acordo com um estudo recente, a maior parte das atitudes que fazem os homens considerarem um encontro com uma mulher “brochante” tem mais a ver com o comportamento delas do que a beleza em si.
A maior parte do faz os homens considerarem um encontro ‘brochante’ está no comportamento da outra pessoa.
Detalhes do levantamento
O estudo foi realizado pela CB12 Spray – uma marca britânica de spray para melhorar o hálito – e contou com a opinião de quase 2 mil solteiros e solteiras. Segundo o levantamento, a primeira característica que os homens consideram “ brochante ” em um encontro com uma mulher é falar muito sobre o ex-parceiro, opção que concentra 33% dos votos.
Empatado em primeiro lugar na lista de características que fazem os homens correrem na direção oposta está a arrogância, seguida de perto por maquiagem em excesso (32%). A lista também mostra características que não costumam ser desagradáveis apenas para homens, como mau hálito, falar de boca cheia e não dar atenção a o que a outra pessoa está falando.
O celular e os gostos da pessoa também têm um papel importante na hora da paquera. Entre as coisas que os homens mais desaprovam em uma parceira em potencial está o hábito de não largar o celular durante o encontro , tirar selfies a noite toda e ser uma pessoa muito obcecada por celebridades também.
Em um encontro (principalmente se for o primeiro), é, sim, importante falar sobre si mesma, mas, segundo o levantamento, os homens acham bem “brochante” o hábito de fazer isso o tempo inteiro. No fim da lista, ainda entram “ser muito dramática” e “ter uma risada irritante”. Bom, por mais que seja comum se importar em impressionar a outra pessoa, é importante que ela goste de você como você é. Sendo assim, nada de mascarar os próprios gostos, tentar mudar a própria risada ou dispensar a maquiagem só por ter medo de a outra pessoa não curtir.
Fonte: Delas – iG @ http://delas.ig.com.br/amoresexo/2017-11-25/caracteristica-brochante.html / Foto: Shutterstock  / Por Por iG Delas

nov30

É hora de esquentar o clima e o aufeminin, irmão francês do taofeminino, tem dicas para você e para o(a) seu(sua) parceiro(a) – não pense duas vezes e compartilhe este link com ele(a) 😉

Antes de irmos às vias de fato, é sempre bom lembrar que #1 sexo oral deve ser feito com proteção e #2 nenhum truque da lista substitui o diálogo – você e o(a) companheiro(a) devem conversar sobre suas preferências. E isso também pode ser muito excitante. Bom, mãos (ou seriam bocas?) à obra! Além das dicas certeiras do aufeminin.com, conversamos com Fabiane Dell’Antonio, fisioterapeuta e consultora sexual, e Lelah Monteiro, sexóloga e psicanalista.

Sexo oral: dicas quentes para momentos de prazer intenso

Você quer experimentar o melhor sexo oral da sua vida? Então, o(a) bonito(a) deve estar atento(a) a alguns detalhes que fazem a diferença. Temos dicas!

Não ir direto ao ponto
O objetivo da preliminar é esquentar o clima. Começar o sexo oral de forma frenética é queimar a largada. Beijos e carícias são essenciais: pescoço, orelhas e lábios, e lentamente os seios, abdômen, coxas… quando chegar a hora de mostrar o talento, faça movimentos suaves com a língua.

O ritmo do sucesso
O ideal é iniciar o sexo oral com lambidas em ritmo mais lento, e a medida que a excitação aumenta, a variação da velocidade e pressão entram em jogo. Observe a resposta corporal – é o melhor termômetro para o seu desempenho. Variar a velocidade e os movimentos favorece a excitação.

Língua: modo de usar
A língua deve estar relaxada, para que os movimentos tenham mais ritmo. Para fazer a penetração com a língua, quando as coisas estiverem mais calientes, é melhor enrijecê-la.

​Truques espertos
Faça movimentos irregulares com a língua, aumente gradualmente a velocidade e a pressão. A mulher demora mais que o homem para atingir o orgasmo. Se ficar chato ficar só nos movimentos circulares, tente uma técnica diferente como escrever letras ou palavras com a língua. É a técnica chamada de alfabeto: tente reproduzir as letras de A a Z com diferentes velocidades e… Bingo! Também vale fingir que é uma boca – o órgão do prazer feminino é o clitóris, mas os beijos e movimentos com a língua na região da vulva, clitóris e orifício vaginal podem promover sensações muito prazerosas.

Não, você não precisa prender-se a uma listinha de estratégias. “Existem muitas técnicas e muitos mitos, gosto da simplicidade de menos regras, menos protocolos e mais entrega”, conta Lelah Monteiro. A sexológa e psicanalista observa que os resultados mais bem-sucedidos são das relações em que há de fato entrega mútua, quando o desejo não é sabotado e o prazer vem e vai aumentando de forma lúdica.

Linguagem corporal
Para que a mulher chegue ao orgasmo com um bom sexo oral, é preciso aprender a ouvir o corpo: respiração, gemidos, postura… tudo isso vai dizer se você está fazendo um bom trabalho. Uma vez que o nível de excitação vem, os dedos devem participar para encher a moça de prazer.

Posições
Fabiane Dell’Antonio dá a dica: um bom truque é estimular com o dedo indicador a região do Ponto G enquanto realiza o sexo oral. As melhores posições são as que permitem o acesso ao clitóris e região da vagina, e varia de acordo com a constituição corporal da mulher, sua preparação física e gosto pessoal. Por isso, algumas mulheres gostam de usar uma almofada. Outras posições indicadas são:

  • Ela sentada na ponta da cama e o(a) outro(a) ajoelhado(a), ou na ponta de uma cadeira.
  • Assim como a posição 69, onde as duas pessoas fazem e recebem o sexo oral ao mesmo tempo
  • E a posição onde a mulher está deitada enquanto o(a) parceiro(a) faz sexo oral nela.

Alguns motéis têm cadeiras próprias para esta prática, então vale tentar.

Como fazer sexo oral nele?

Não há nada mais sensual do que a boca. Utilize sua arma-secreta com sabedoria para conhecer o corpo do seu parceiro. Concentre-se nas partes particularmente sensíveis de anatomia masculina: a glande (ponta do pênis), os testículos e o períneo (local secreto entre os testículos e o ânus). Movimentos alternativos que simulam a penetração na vagina com a boca são uma fonte de prazer intenso para ele – experimente usar a saliva para facilitar o deslizamento. Só tome cuidado para não encostar os dentes, assim ninguém sai machucado da brincadeira. Para se certificar de que está no caminho certo, preste atenção nas reações dele, mas aproveite o momento! Sexo oral é sempre prazer a dois – no mínimo.

Algumas posições:

  • Sentadas na beira da cama com ele em pé
  • Ele em pé e ela de joelhos
  • Ele sentado na beira da cama e ela de joelhos
  • Ele deitado e ela de quatro fazendo oral

Não foque apenas no pênis
A glande, períneo e testículos são minados com terminações nervosas que pedem um estímulo carinhoso. Beijar, tocar ou até mesmo o quentinho da sua respiração nesses lugares apimentam a atmosfera antes de chegar na hora de inserir o pênis na boca.

Brinque com a língua e as mãos
Para além daquele “vai e vem”, movimente a língua com o pênis na boca. Faça pequenos círculos ao redor da glande. Use as mãos para segurar a base do pênis durante a sucção, para masturbar o parceiro e também para massagear os testículos e a parte interna da coxa dele. Experimente ritmos diferentes, pressões diferentes, lugares diferentes…

Confie na sua intuição
Quando se sentir à vontade, ouse um pouco e jogue aquele olhar sedutor para seu parceiro, vai ser muito excitante. Não tem como fugir dessa regrinha aqui, preste atenção no que acontece ao seu redor, ele vai querer saber que você está gostando, assim como vai mostrar se está curtindo.

Ritmo excelente
Um pouco de ritmo é fundamental. Para não se engasgar com o afobamento, o truque é relaxar a mandíbula e dar momentos de descanso para sua boca: respire, faça um charme, lance olhares manhosos para ele, aposte em brincadeiras… varie os movimentos e a intensidade. Comece devagar e vá aumentando a velocidade. Só tome cuidado para não exagerar: estamos falando de uma área muito sensível!

Adapte-se aos tamanhos
Com membros médios e pequenos a prática é mais fácil, mas não precisa ficar insegura na hora de fazer sexo oral em um pênis grande. “Além do tamanho do pênis, tem o tamanho da abertura da boca da mulher, então vai depender também de sua anatomia bucal. A maioria dos homens gosta de ver o pênis no máximo possível de profundidade dentro da boca, já que a glande é a área que mais proporciona prazer”, comenta Fabiane Dell’Antonio. Portanto, não se preocupe em “engolir” o membro completo do seu parceiro, lembre-se que as mãos devem ser bastante utilizadas para garantir o prazer.

Fonte: http://www.taofeminino.com.br/sexo/sexo-oral-s2110435.html / Por  Geovana Pereira / Foto: © iStock

nov30
A mesmice do relacionamento e a rotina atribulada do casal pode fazer com que a vida sexual dê uma esfriada, mas alguns hábitos e atitudes podem ajudar a mantê-la firme ou até fazê-la voltar ao normal
Em relacionamentos muito longos, é natural que a rotina atribulada, o “costume” com o parceiro e até a chegada de filhos faça com que a vida sexual dos casais dê uma esfriada. E, conforme mostra um estudo realizado recentemente no Reino Unido, isso afeta principalmente as mulheres; segundo a pesquisa , elas têm duas vezes mais chances de perder o interesse em fazer sexo após o casamento do que os homens.
 Com o tempo, é normal que aquela chama do início do relacionamento se apague e a vida sexual do casal dê uma bela esfriada. No entanto, alguns hábitos podem ajudar a mantê-la acesa ou até a trazê-la de volta
Mas, afinal, existe alguma forma de fazer com que a vida sexual seja “à prova de rotina”? Bom, cada casal é um casal e não há uma fórmula secreta para tornar relacionamentos eternos. Ainda assim, tanto especialistas quanto a ciência mostram que se empenhar em manter alguns hábitos pode ajudar a relação a não esfriar com o passar dos anos. Confira alguns desses hábitos:
1. Pare de fingir orgasmos
De acordo com um estudo feito pela DrEd – serviço britânico de consultas online –, 68% das mulheres fingem ter orgasmos, enquanto apenas 28% dos homens dizem o mesmo. Outra pesquisa realizada pela mesma companhia mostra que essa situação ocorre com mais frequência em relacionamentos sérios do que em encontros casuais. Entre os motivos apontados para isso está o fato de muitas mulheres com parceiro fixo sentirem que estarão machucando os sentimentos deles ao mostrarem que não chegaram ao clímax, mas essa não é a melhor das saídas para manter o relacionamento funcionando.
Ao site “iNews”, Isabel Losada – autora do livro “Adventures in Sex, Love and Laughter” – conta que fingir o orgasmo ou exagerar o nível de prazer durante a relação sexual é algo fatal para o relacionamento, já que, dessa forma, o parceiro nunca recebe um “feedback” sobre o que ela gosta ou não gosta no sexo. Caso a mulher tenha  dificuldades em gozar (ou seja, boa parte delas) caprichar nas preliminares, focar mais no clitóris em vez do ponto G, tocar a si mesma e até buscar ajuda com médicos ou  terapeutas tântricos são algumas das possíveis soluções.
2. Conheça seu corpo e dê dicas ao parceiro
Ao contrário do que as pessoas costumam pensar, a região genital não é a única parte do corpo capaz de dar prazer à mulher, e conhecê-las significa garantir a possibilidade de sair da rotina durante o sexo, apostando em brincadeiras e estímulos diferentes. Levando em consideração que o clitóris tem mais terminações nervosas do que o ponto G, aprender a estimular essa região é uma forma de manter as coisas prazerosas para ela na cama.
Segundo Isabel, as carícias no local devem ser tão suaves quanto ao tocar a pálpebra dos olhos e é necessário usar lubrificante. É claro, porém, que cada mulher gosta de ser estimulada de formas diferentes e, além de ser a única forma de mostrar ao parceiro o que é bom (afinal, eles estão longe de conseguir ler mentes).
3. Faça desafios e jogos
De acordo com Isabel, combinar desafios com o parceiro ou parceira e segui-los pode ser uma boa forma de apimentar a relação e até descobrir sensações novas. O casal pode, por exemplo, decidir cumprir uma tarefa por dia durante um mês e seguir o “cronograma” à risca até o final, buscando aprender mais sobre os próprios desejos e os do outro no processo.
Para a sexóloga Priscila Junqueira, jogos eróticos também são uma boa forma de manter a vida sexual ativa e divertida ao mesmo tempo. “Objetos e técnicas para proporcionar mais prazer e explorar os desejos ajudam os casais a acabarem com a rotina”, explica a especialista. E, veja bem, nem sempre é preciso comprar acessórios para essas brincadeiras; se você está sem ideias, confira aqui uma lista de jogos eróticos simple s e coloque-os em prática.
4. Dê uma fugidinha
É claro que há possibilidades de variar o local em que se faz sexo dentro da própria casa, arriscando uma rapidinha no chuveiro, na sala e até na lavanderia, mas você já pensou em levar o sexo para fora de casa? Não, não estamos falando de transar em locais públicos, e sim de uma viagem rápida. De acordo com especialistas, passar um final de semana em um hotel traz a ideia de que os parceiros estão escapando do estresse diário, ficando livres para empenhar-se na relação. Além disso, esse tipo de ambiente garante a privacidade que o casal dificilmente teria em casa se tiver filhos.
5. Deixe “Stranger Things” te ajudar
Para manter a chama de um relacionamento acesa, o casal deve sair e viajar sempre que puder, correto? Não necessariamente. Segundo informações levantadas por um estudo recente, pessoas que costumam consumir mais mídia (seja ela em forma de séries, filmes ou livros) juntas demonstram níveis de satisfação maiores com o próprio relacionamento. Obviamente, ninguém está dizendo para você grudar o traseiro no sofá e não sair dele até terminar as sete temporadas de “Game of Thrones”, mas fazer maratonas ocasionais e discutir o que foi visto pode ajudar a aproximar as pessoas de seus parceiros.
6. Ficar de olho na comunicação
Segundo Isabel, de nada adianta se pautar pelas escolhas e vontades do parceiro ou parceira e passar por cima dos próprios sentimentos. Ela afirma que todo mundo deve aprender a dizer “sim”, “não”, e “espere” para deixar tudo muito claro, principalmente na hora H. Para a especialista em sexualidade Cátia Damasceno, conversar bastante e mostrar interesse em mudar aspectos do relacionamento que incomode os dois também é algo essencial para “não deixar a peteca cair”.
7. Buscar ajuda quando o sapato aperta
Apesar de a comunicação ser essencial, às vezes – e por inúmeros motivos -, é possível que haja algum tipo de barreira no diálogo entre os parceiros. Neste caso, o psicólogo Oswaldo Rodrigues Júnior, do Instituto Paulista de Sexualidade, afirma que não há problema algum em buscar soluções para problemas na vida sexual com profissionais. Segundo o especialista, a terapia de casais pode ajudar os dois no desenvolvimento de atitudes, comportamentos e expressões emocionais que melhoram a interação do casal.
Link deste artigo: http://delas.ig.com.br/amoresexo/2017-11-12/vida-sexual-esquentar.html / Foto: Shutterstock

Fonte: Delas – iG @ http://delas.ig.com.br/amoresexo/2017-11-12/vida-sexual-esquentar.html
nov30
Orgasmo clitoriano e vaginal 

1. Qual a diferença entre orgasmo clitoriano e vaginal? É verdade que o segundo tende a ser mais forte? 

A única diferença está em sentir prazer em regiões diferentes do corpo. O orgasmo pode ser intenso nos dois casos, e isso será determinado por um conjunto de estímulos eróticos, desejo sexual, excelente excitação, bom relacionamento e, se existir afeto, melhor ainda. (Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual)


2. Não sei o que é ter um orgasmo vaginal. Só consigo chegar ao clímax com estimulação do clitóris. Isso é um problema para mim, pois gostaria muito de experimentar o orgasmo vaginal. 

Se a mulher encara isso como um problema, então ela deve procurar uma terapeuta sexual. Existe uma técnica específica, chamada “Manobra da Ponte”, que pode ajudar na conquista do orgasmo vaginal. Contudo, após experimentar essa técnica, algumas mulheres acabam percebendo que o orgasmo clitoriano é mais prazeroso. Isso porque o clitóris é uma região com maior número de ramificações nervosas se comparado ao intróito ou ao canal vaginal. (Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual). 

3. É verdade que a maioria das mulheres não tem orgasmo vaginal? 

A maioria tem o orgasmo clitoriano, pois é a via mais fácil de excitação. A boa notícia é que o “clitoriano” pode ser tão prazeroso quanto o “vaginal”. (Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual) 

Reações do Corpo 

4. Sinto algo estranho depois de fazer amor: parece que meu ouvido tapa. Devo procurar um médico ou essa reação é comum? 

Não parece ser nada grave. A atividade sexual desencadeia diversas reações no corpo, principalmente as orgânicas, como a aceleração dos batimentos cardíacos, respiração ofegante e também aumento da circulação sanguínea. Isso tudo pode causar essa sensação transitória no sistema auditivo. (Carlos Guerreiro, neurologista) 

5. Eu desmaio após o clímax, mas acordo depois de algum tempo, então fico falando coisas sem sentido. Será que eu tenho algum problema sério? 

Esse desmaio pode estar relacionado a diversos fatores, desde um quadro de epilepsia até uma síncope ou distúrbio emocional. O caso é raro e deve ser diagnosticado com precisão por um neurologista; ele pedirá diversos exames importantes, como eletroencefalograma, ressonância magnética e, se necessário, avaliação psicológica. (Carlos Guerreiro, neurologista)

6. Meu namorado costuma ficar excitado enquanto está dormindo. Algumas vezes até fazemos amor e ele não se lembra disso quando acorda (ou acorda quase ejaculando). Isso é normal? 

A ereção durante o sono é comum principalmente para homens jovens. Ela pode ocorrer durante a fase REM do sono, que é muito leve. Nesse caso, o corpo não fica totalmente relaxado e a mente pode reproduzir algumas reações físicas, como a ereção. Teoricamente, nessa fase do sono, a pessoa pode ser facilmente acordada, por isso é estranho que ele mantenha relações e continue dormindo. Acredito que seja muito melhor para o casal fazer sexo quando os dois estiverem acordados, assim as reações serão muito melhores. (Carlos Guerreiro, neurologista) 

7. Minha amiga jura que ejacula, mas acho isso tão estranho. Uma mulher pode ejacular igual ao homem? Já vi muitos vídeos na internet sobre isso e achei falso. 

Não existe confirmação científica a respeito da ejaculação feminina. Contudo, em alguns casos, pode ocorrer a liberação do líquido produzido pelas glândulas parauretrais, que é excretado por causa da pressão do pênis ou pelo toque. No caso dos vídeos da internet: é muito provável que a mulher esteja liberando urina. Diante de um orgasmo forte, a musculatura que sustenta a bexiga pode ficar muito relaxada. (Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista) 

Fantasias sexuais 

8. Eu só consigo me excitar imaginando situações eróticas. Mesmo achando o meu namorado atraente, não me concentro propriamente nele. Penso em filmes, fotos, contos… Posso ter algum tipo de desvio? 

Não. Isso não caracteriza nenhum tipo de desvio. Quase todas as pessoas têm fantasias sexuais. Existem as que não sentem muito prazer, e até mesmo são incapazes de atingir o orgasmo sem recorrer a elas. Com as fantasias, a vida sexual ganha uma diversidade que seria impossível no dia a dia. Por mais que exista grande atração entre um casal, a excitação não se dá sempre da mesma forma, tem altos e baixos. Lançar mão desse recurso funciona, muitas vezes, como estimulante para se recuperar a intensidade do desejo. E a variedade é grande: cenas, lugares, pessoas, podendo ser, em alguns casos, sobre um parceiro mais desejável do que aquele com quem se está fazendo sexo. (Regina Navarro Lins, psicanalista e colunista do Delas) 

9. Já trai o meu marido e tive um orgasmo incrível, mas em sonho… Achei muito estranho! É mesmo possível ter um orgasmo dormindo? 

É possível sim e pode ocorrer durante a fase REM do sono, que é mais leve. Dependendo de como foi o dia (estímulos, sensações, sentimentos) da mulher, ela pode ter um orgasmo dormindo. (Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo) 

Desempenho Sexual 

10. Minha relação sexual dura de 20 minutos a 30 minutos. É um bom tempo? 

A sociedade sempre quer dados estatísticos para mensurar o que é relativo e pessoal, e isso é o menos importante. É preciso entender que o organismo masculino é muito diferente do feminino. Em média, um homem demora de 3 minutos a 4 minutos para ficar excitado e ejacular, enquanto a mulher precisa de pelo menos 20 minutos para ficar lubrificada. Além disso, a excitação da mulher não é apenas física, ela é composta por etapas e tem todo um respaldo emocional que resultará nas reações físicas do orgasmo. Se o sexo está bom com o seu parceiro, então isso é o que importa. (Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo) 

11. Qual é a posição que eles mais gostam? 

O homem prefere todas as posições que dão a ideia de domínio sobre a parceira, e a preferida é com ela “de quatro”. Apesar de não ser a posição ideal para a mulher, pois não favorece o orgasmo, o imaginário feminino pode ser aguçado pela imaginação de total entrega e confiança no parceiro. (Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo) 

12. Estou pensando em ter relações sexuais com meu namorado em uma piscina ou no mar (essa é uma vontade dele). Posso pegar algum tipo de infecção na água? E na banheira? 

A água não é um bom condutor para o sexo, pois pode diminuir a lubrificação e provocar um pouco de atrito na hora da penetração, mas vale pela brincadeira. É bom lembrar que o mar, a piscina ou a banheira alteram o pH vaginal, o que desequilibra a flora e pode deixar o ambiente propício para o aumento de germes pré-existentes na vagina. Isso pode gerar infecções como candidíase, tricomoníase e vaginoses. (Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo) 

Sexo oral 

13. Receber sexo oral com frequência pode provocar infecção de urina? 

Sim. O pH da vagina é totalmente ácido, enquanto o pH da saliva é alcalino; isso pode deixar a região propícia para a proliferação de germes e bactérias. É recomendável que a mulher faça higienização da região com água e sabonete íntimo logo após relação. Esse produto tem o pH adequado e irá devolver a acidez para a vagina. (Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista) 

Relacionamentos 

14. Acabo de terminar um relacionamento e foi muito sofrido. Sinto que preciso ficar sozinha, mas minhas amigas dizem que eu preciso de uma nova aventura para preencher a cabeça. Fico indecisa… 

É natural que você precise de um tempo para recompor uma nova visão e perspectiva de vida. E a necessidade de ficar sozinha nem sempre é depressão, pode ser tristeza por conta da perda. Um terapeuta poderá orientá-la a entrar em contato com esse momento de elaboração de tudo o que aconteceu e está ainda presente dentro de você. Quanto às amigas, se elas estão insistindo tanto, vale à pena pensar se a sua atitude não está sendo radical. (Luiz Cuschnir, psiquiatra) 

15. Meu marido é uma ótima pessoa, mas extremamente folgado. Suja e não lava, bagunça e não arruma. Sei que isso é reflexo dos paparicos da mãe dele, mas não concordo. Como convencê-lo a cooperar? Já conversei com ele umas 300 vezes! 

Que saco, não? Pelo jeito ele não está mais em fase de aprendizado, nem de alfabetização. Se você o vê como ótima pessoa e consegue não misturá-lo com a imagem da mãe dele, nem estragar a relação que tem com ela, aproveite o que há de bom aí. Se houve tanto tempo gasto com essa questão, e isso foi desgastante para você, repense se vale a pena “estar certa”. Pense também se você não está sendo igual a sua mãe, que não deixa nada bagunçado. (Luiz Cuschnir, psiquiatra) 

16. Com quantos anos de casamento é prudente pensar em filhos? 

Vários fatores podem determinar um bom momento para os filhos: tempo de casados, idade de cada um, se é o primeiro casamento, o momento profissional, condições financeiras, etc. Há muitas formas de decidir também: deixar para a sorte, preparar a data da gravidez, verificar a estabilidade da relação, entre outras. Na verdade, os “filhos” deveriam ser pensados desde o início do casamento. Escolher alguém que possa ser o pai ou a mãe de um filho é um bom critério para eleger o cônjuge. (Luiz Cuschnir, psiquiatra) 

17. Meu “namorido” definitivamente não sabe lidar com dinheiro. Torra tudo que ganha. Agora ele quer se casar comigo, mas estou com medo de não prosperar ao lado dele. Devo falar isso? Sei que vou magoá-lo. 

Ele é como é. Não espere mais do que isso. O que vier é lucro, e mudar alguém só porque vai morar junto é um desgaste que pode custar caro. Se você é boa nisso, sabe como fazer para prosperar e cuidar do dinheiro e patrimônio, então proponha uma maneira de administrar o que será do casal. Contudo, dizer que ele “não sabe lidar com o dinheiro que é dele” pode mesmo ser intrusivo da sua parte. (Luiz Cuschnir, psiquiatra) 

Brinquedo e vibradores 

18. Vibrador alarga a vagina? 

A parede vaginal da mulher é elástica e os vibradores não conseguem alargá-la. Aliás, esses produtos são até usados em tratamentos contra a flacidez da parede vaginal. (Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista) 

19. Vibrador pode dar choque? 

Não. Normalmente os vibradores utilizam pilhas que dificilmente podem dar choques, além disso, eles são revestidos por borrachas ou skin gel (que imitam a textura da pele humana). Os únicos relatos de acidentes ocorridos são de erro na hora de recarregar o vibrador: o aparelho deve ser desligado e retirado da tomada antes do uso. (Amaury Mendes de Araújo Junior, sexólogo) 

20. Existe algum tipo de gel que estimula a excitação? 

Mulheres que querem novas experiências podem usar produtos em gel que dão a sensação de quente e frio; eles costumam ser prazerosos tanto para a mulher, quanto para os homens. Prefira produtos à base de água e com pouco óleo. (Eliano Arnaldo José Pellini, ginecologista) 

O corpo deles 

21. Minha amiga disse que só homens com pênis grossos conseguem proporcionar o orgasmo vaginal a uma mulher. Não sou expert no assunto, por isso pergunto: isso faz sentido? 

Não necessariamente. Ocorre o seguinte: o clitóris tem de 9 centímetros a 11 centímetros de comprimento, e sua parte interna fica na parede anterior da vagina. Um pênis de maior diâmetro tende a massagear mais essa região e ajudar no orgasmo. (Jaqueline Brendler, ginecologista e sexóloga) 

22. Sei que existe operação plástica para aumentar o tamanho do pênis, mas o problema do meu marido é outro, o órgão dele é muito fino. A cirurgia também corrige isso? 

A realização desse tipo de cirurgia existe, mas é indicada apenas para pessoas que sofreram algum tipo de trauma e perderam parte ou o membro inteiro. Trata-se de um procedimento complexo e leva em conta fatores como idade, estatura, peso, entre outros. Estatisticamente uma parcela muito pequena da população pode fazer esse tipo de cirurgia sem riscos. (Cláudio Teloken, urologista) 

23. Meu namorado gosta que eu acaricie o ânus dele. Acho isso um absurdo e nunca faço. Ele pode ter tendências homossexuais? 

De acordo com regras sociais, as pessoas costumam associar o estímulo erótico anal em homens como uma prática exclusiva de homossexuais, porém, receber esses estímulos e sentir prazer não caracteriza um homossexual. Estudos afirmam que o ânus masculino (juntamente com a próstata) é uma região altamente erógena. No seu caso, seria interessante se perguntar: esse incômodo é essencialmente por conta dessa dúvida ou por que você não se sente à vontade para estimulá-lo dessa forma? Tente resolver isso com uma conversa tranquila e direta sobre o assunto. (Diego Henrique Viviani, psicólogo) 

24. Em média, qual é o tamanho do pênis do brasileiro? 

Estudos mostram que o tamanho do pênis do brasileiro varia entre 10,5 centímetros e 17 centímetros em estado ereto. Mas essa discussão torna-se ampla uma vez que a maior parte dos homens relaciona o tamanho do pênis à virilidade. Qual tamanho é necessário para dar prazer a uma mulher? Exceto em alguns casos, as mulheres não se preocupam com tamanho do pênis, uma vez que a vagina se adapta a ele. A maior parte dos homens que procura cirurgias tem o tamanho dentro da média; nesses casos, o tratamento mais adequado seria psicoterápico e não cirúrgico. (Diego Henrique Viviani, psicólogo) 

25. Em quais partes do corpo eles mais gostam de carícias? 

A sensação de prazer é subjetiva e pessoal e a maior ferramenta do ser humano é o corpo todo. É possível encontrar pessoas que dirão que a região do seu corpo mais erógena é o pescoço, as nádegas ou os pés. Mas também encontraremos pessoas que dirão que sentir dor é altamente prazeroso. Portanto, é quase impossível determinar uma região que seja igualmente prazerosa tanto para população masculina, quanto para feminina. A melhor maneira de descobrir isso seria experimentar, perguntar e trocar informações sobre o que é mais estimulante para cada um. (Diego Henrique Viviani, psicólogo) 

26. Os homens têm mais facilidade em sentir prazer recebendo sexo anal do que as mulheres? (no caso de relacionamento homossexual) 

Na mulher, tanto a região clitoriana quanto vaginal promovem uma maior excitação e prazer orgástico do que a estimulação anal somente. Já no homem a estimulação da próstata e região anal provoca grande excitação e prazer. Contudo, nos dois casos, outros elementos são fundamentais, como: imaginação, fantasia e interação com o parceiro. (Fátima Protti, psicóloga e terapeuta sexual) 

27. Meu marido tem ejaculação precoce. Ele toma medicamente, o que ajuda muito, mas gostaríamos de uma solução definitiva. Existe algum tipo de cirurgia, por exemplo, para corrigir o problema? 

O tratamento adequado para ejaculação precoce é feito com medicação e alguma das diversas psicoterapias existentes. A cirurgia terapêutica é absolutamente contra-indicada, pois não existe comprovação médica de sua eficácia. No Brasil, as cirurgias feitas para tal problema têm apenas caráter experimental e somente centros autorizados de pesquisa podem praticá-las. O melhor a fazer é continuar com a medicação e procurar um urologista ou psicoterapeuta para acompanhar o caso. Busque uma terapia que mostre bons resultados para o seu marido, quem sabe mais tarde ele consiga dispensar o uso de remédios. (Celso Gromatzky, urologista)

28. Meu namorado chega ao orgasmo muito rápido e isso me irrita. Será que ele tem ejaculação precoce ou isso é apenas falta de consideração? 

Algumas mulheres acreditam que a ejaculação precoce é uma demonstração de falta de consideração ou egoísmo por parte do parceiro, mas isso é um grande engano. A ejaculação precoce é um distúrbio sexual muito frequente e atinge cerca de 30% dos homens com vida sexual ativa. O tratamento pode ser feito por meio de medicamentos e também por diversas técnicas de psicoterapia. Recentemente foi lançado na Europa um novo medicamento especialmente destinado para o tratamento da ejaculação precoce, a dapoxetina, que estará disponível no Brasil ainda em 2010. Contudo, o primeiro passo no tratamento da ejaculação precoce é agendar uma consulta com o urologista. (Celso Gromatzky, urologista) 

29. Homens com ejaculação retardada sentem menos desejo? 

Os homens que apresentam retardo ejaculatório, na maioria das vezes, têm a libido normal. É mais provável que esse distúrbio esteja relacionado ao efeito colateral de alguns medicamentos. A idade também é um fator importante, é normal que o orgasmo demore mais com o avanço dos anos. Desejo sexual diminuído e fatores orgânicos estão entre as possíveis causas, mas isso não significa menos amor ou falta de interesse pela parceira. (Celso Gromatzky, urologista) 

Sexo anal 

30. Quem pratica sexo anal com freqüência deve fazer exames periódicos nessa região? 

Pessoas que praticam sexo anal têm mais chances de contaminação por HPV. Nunca dispense a camisinha e faça exames preventivos periodicamente. (Carolina Ambrogini, ginecologista) 

31. Sexo anal prejudica a mulher? 

O sexo anal não prejudica se for feito com o consentimento da mulher e de forma delicada. Só é ruim se a mulher não tiver a real vontade e fizer só para agradar ao parceiro, nesses casos pode doer. Importante dizer que a região tem muitas fissuras e isso aumenta as chances de contrair doenças sexualmente transmissíveis. Para a prática do sexo anal é indicado uso de lubrificante e camisinha. (Carolina Ambrogini, ginecologista) 

32. Simplesmente não consigo fazer sexo anal e fico intrigada como outras mulheres conseguem – algumas até gostam! Posso ter um problema anatômico? 

Não parece ser uma questão anatômica, porque senão você teria dificuldade para evacuar também. A musculatura anal deve estar relaxada e totalmente preparada para o sexo anal. Se a mulher deseja mesmo fazer sexo anal, então é indicada uma adaptação progressiva, que pode ser iniciada com a penetração do dedo. (Carolina Ambrogini, ginecologista) 

33. É possível ter orgasmo apenas com penetração anal? 

Sim, é possível, embora raro. Eu conheço três mulheres que tiveram orgasmo só com penetração anal e estudo isso há 22 anos. A maneira mais fácil de atingir o orgasmo durante o coito anal é estimulando também o clitóris, somando as sensações. O mesmo acontece com a penetração vaginal. (Carolina Ambrogini, ginecologista) 

34. Sexo anal muda a atividade intestinal? 

Esse ato sexual não interfere no hábito intestinal nem nos movimentos peristálticos- que ocorrem dentro do intestino. (Otto Henrique Tôrres Chaves, urologista) 

35. É mais fácil pegar AIDS por sexo anal? 

Sim, pois a prática gera microtraumatismos na mucosa retal (revestimento interno) que servem como porta de entrada para o vírus. Use camisinha sempre. (Otto Henrique Tôrres Chaves, urologista) 

36. O sexo anal pode desencadear câncer no reto ou de intestino? 

Boato dos grandes. Nenhum estudo mostrou a existência dessa possibilidade. (Otto Henrique Tôrres Chaves, urologista) 

Dores e incômodos 

37. Eu sinto um pouco de dor de acordo com a posição na hora do sexo. Isso pode acontecer em função da posição do meu útero? 

Durante a excitação, a vagina aumenta de diâmetro e afunda. O útero, independente da posição naquela mulher, se eleva para a linha média do corpo. Se a excitação não for mantida durante o ato sexual, esse processo se reverte em segundos e a vagina volta à posição de repouso, com até oito centímetros de comprimento. Nesses casos, o pênis pode bater no útero ou até esfolar as paredes laterais da vagina. (Jaqueline Brendler, ginecologista) 

38. Faz muito tempo que eu não mantenho relações sexuais. Existe alguma possibilidade do hímen ter crescido novamente e, na próxima relação, eu sentir dor? 

Não, o hímen não se refaz e a distensão da entrada do canal vaginal não muda com a diminuição da atividade sexual. A menos que estejamos falando de um quadro pós-menopausa, no qual há uma atrofia em função da falta de estrogênio, mas isso pode ser corrigido com reposição hormonal via oral e local. (Alberto D’ Auria, ginecologista) 

39. Não faço sexo há três anos e tenho medo de estar mais sensível, ou melhor, mais “apertada”. Isso acontece mesmo? 

Não, isso não acontece. O que pode ocorrer, se você estiver ansiosa e tensa, é uma lubrificação vaginal insuficiente, e isso pode gerar algum incômodo. (Dalton Ferreira da Silva, ginecologista) 

40. Sinto muita ardência ao fazer sexo com camisinha. Existe algum preservativo para alérgicos? 

Alergias podem ocorrer, mas a ardência não indica necessariamente isso. Pode se tratar de pouca lubrificação, muitas vezes até involuntária, que condiciona o atrito da pele com a camisinha e, por consequência, gera desconforto e possivelmente até de candidíase. Existem camisinhas menos espessas, com mais lubrificação e antialérgicas. Mas antes de optar por uma, vale investigar o problema com um ginecologista. (Alberto D’ Auria, ginecologista) 

41. Uma coisa me incomoda demais: eu tenho lubrificação excessiva. Nunca fui ao médico porque sinto muita vergonha de falar sobre isso. Sempre que eu sinto tesão – e isso pode ser num local nada adequado – fico extremamente molhada. Esse é um tipo de doença? 

Não, isso só mostra que você tem uma boa excitação e lubrificação. Algumas mulheres têm uma lubrificação maior que outras, mas isso não é um problema, pelo contrario: é um bom sinal. (Dalton Ferreira da Silva, ginecologista) 

42. Sinto desejo, tenho orgasmos, mas minha lubrificação é zero. Algum remédio corrige esse problema? 

Antes de receitar algum remédio é preciso verificar a fonte do problema. É possível que exista algum defeito na glândula responsável pela lubrificação, problemas na tireóide ou ainda algum medicamento pode estar bloqueando a lubrificação – inclusive algum anticoncepcional. (Alberto D’ Auria, ginecologista) 

43. Minha vagina coça muito após a relação com o meu marido. Posso ter alergia ao esperma? 

Habitualmente não. Na maioria das vezes isso é resultado de candidíase vaginal, doença provocada por fungos. O casal deve ser avaliado e tratado. (Alberto D’ Auria, ginecologista) 

44. Tenho um pouco de sangramento após a relação sexual, mas nenhuma dor. Isso pode ter ligação com o meu anticoncepcional? 

Sangramentos sempre devem ser investigados. Antes de prosseguir com a atividade sexual é preciso definir o local do sangramento (vagina, colo do útero ou útero) com a ajuda de um ginecologista (Alberto D’ Auria, ginecologista) 

45. É possível que uma vagina não se adapte a um pênis? 

De modo geral, se a paciente estiver bem estimulada e tiver boa lubrificação vaginal, isso só acontece em casos extremos, com um pênis de um tamanho muito acima do normal, o que é raro. A vagina se alonga durante a relação e os grandes lábios incham para se adaptar ao pênis. Porém, se a mulher estiver na menopausa há muito tempo ela pode ter alguma dificuldade em função da diminuição de lubrificação e rugosidade, o que pode ser resolvido com tratamento adequado. (Dalton Ferreira da Silva, ginecologista) 

46. Sinto ar na minha vagina após a transa. É normal? 

É normal. Isso pode ocorrer em algumas mulheres em função de uma lubrificação maior do que ela tenha normalmente ou por conta de uma posição sexual diferente, que facilita a entrada de ar no canal vaginal. (Dalton Ferreira da Silva, ginecologista) 

Falta de desejo ou orgasmo 

47. Eu sinto vontade de fazer sexo e tenho boa lubrificação, mas além de não sentir prazer, ainda sinto dores. Isso atrapalha muito as minhas relações, mas sinceramente não sei o que fazer… 

O apetite e a lubrificação mostram que o corpo está reagindo ao encontro com o parceiro. O que pode estar acontecendo é uma inibição ou bloqueio em nível subconsciente que impede o relaxamento do assoalho pélvico. Isso deverá ser detectado com a ajuda de um ginecologista e um terapeuta. Essa inibição pode ter muitos motivos: fobia em relação a gravidez, formas culturais de criação onde atividade sexual é algo pecaminoso ou parceiro errado, por exemplo. Também não está afastada a possibilidade de uma má formação congênita do canal vaginal, que é facilmente diagnosticada pelo ginecologista. (Alberto D’ Auria, ginecologista) 

48. Tenho 30 anos e nunca tive um orgasmo. Adoro o meu namorado e até tenho excitação e lubrificação, mas orgasmo que é bom (deve ser) nada! O que eu posso fazer para conseguir sentir essa coisa que dizem ser tão boa? 

A orientação é o autoconhecimento. Às vezes, a mulher espera que o orgasmo chegue durante a relação com o parceiro, mas ela precisa conhecer essa sensação antes, sozinha, com a masturbação. Dessa forma, a mulher aprende o jeito, o toque e a fantasia que a leva ao orgasmo. Vale comprar vibrador e contar com apetrechos que podem ajudar a ter novas sensações. Se mesmo assim não conseguir sentir prazer, é indicado que procure um medico. (Carolina Ambrogini, ginecologista) 

49. Tenho 27 anos e nenhuma vontade de transar. Quais são as causas possíveis dessa falta de desejo? 

Com essa idade as questões hormonais estão menos envolvidas no quadro, embora o uso crônico de pílula anticoncepcional ou medicamentos possa diminuir um pouco o desejo. Esse quadro costuma estar mais relacionado com as causas emocionais, com o histórico sexual da pessoa, se ela teve alguma experiência traumática, se o relacionamento está desestimulante. Depressão e problemas na tiróide também podem ter relação com a dificuldade. (Carolina Ambrogini, ginecologista) 

50. Já gostei de sexo, hoje nem ligo. Mas sei que isso está atrapalhando a minha vida – não por mim, mas pelo meu marido. Queria tomar algum remédio para sentir vontade. Ouvi dizer que estão desenvolvendo um tipo de Viagra para mulheres. Ele pode ajudar nesse caso? 

O “Viagra para mulheres” ainda está em fase de estudos. No seu caso, é importante avaliar o motivo do desinteresse sexual. É preciso saber se a relação está desgastada, se piorou com o tempo ou se o problema é recente. É necessário realizar avaliações hormonais e discutir com o médico um tratamento adequado. (Dalton Ferreira da Silva, ginecologista) 

Fonte: IG  / Link: http://www.netcina.com.br/2013/08/50-perguntas-respondidas-sobre-sexo-uma.html

nov30
Usar muitos produtos na região, ser fumante e até estar em tratamento para alguma doença pode ocasionar o ressecamento, que torna o sexo doloroso
Não é difícil encontrar mulheres de idades diversas que se queixam de dores durante ou após a relação sexual. Ao mesmo tempo em que o problema pode ser causado por condições severas e que requerem tratamento especializado – como o  vaginismo, a dispareunia ou até endometriose –, a sexóloga Carla Cecarello, do site “C-Date”, afirma que, normalmente, a ardência que essas mulheres sentem durante o sexo é causada pelo ressecamento vaginal.
O ressecamento vaginal ocorre quando, por algum motivo, as glândulas da vagina produzem pouca secreção. Por deixar o canal vaginal menos lubrificado, isso pode fazer com que o sexo se torne algo bastante doloroso.
De acordo com um estudo recente encomendado pela farmacêutica TEVA, das mais de mil mulheres entrevistadas, 20% desconhece totalmente o problema, enquanto 88% delas demonstram um conhecimento superficial sobre o ressecamento vaginal . Conforme explica o ginecologista e obstetra Domingos Mantelli, há muitos fatores que podem causar essa “falha” na lubrificação natural da mulher, que é produzida por glândulas da vagina e torna a penetração confortável. Confira 6 fatores que podem ocasionar o problema e como lidar com cada um deles:
1. Limpeza em excesso
Apesar de as pessoas não gostarem (e muitas vezes não entenderem) esse fato, a ginecologista Mariana Maldonado afirma que a região íntima feminina tem, sim, um odor natural. Buscando eliminar esse odor, muitas mulheres apelam para os diversos “produtos de higiene íntima” que o mercado oferece. No entanto, além de esses produtos não serem exatamente necessários para que a região íntima fique limpa, eles também podem ser prejudiciais para a saúde dela.
De acordo com a ginecologista, a vagina possui um pH específico, e utilizar produtos como sabonetes e perfumes íntimos pode bagunçar a flora da região, causando esse ressecamento. A dica, segundo Mariana, é evitar produtos muito elaborados. A limpeza pode ser feita apenas com água, já que a vagina se regula sozinha, mas, se a mulher sentir necessidade de usar um produto, ele deve ser totalmente neutro.
2. Abafamento da região
Nem sempre o muco vaginal indica problemas na região íntima. Para lidar com ele, porém, muitas mulheres recorrem a produtos que prometem mantê-las secas, como protetores diários de calcinha, o que pode, sim, prejudicar a lubrificação natural. Mariana afirma que esse tipo de produto deve ser evitado ao máximo, enquanto Mantelli aconselha até a tomar cuidado com o tempo de uso de outras coisas, como absorventes (tanto externos quanto internos) e calças muito apertadas.
3. Cigarro
De acordo com a Mayo Clinic, organização norte-americana sem fins lucrativos que cuida de pesquisas, educação e atendimentos na área da saúde, fumar afeta a circulação sanguínea, fazendo com que os tecidos da vagina não recebam oxigênio suficiente. Além disso, o hábito também prejudica a produção de estrogênio pelo corpo e pode até adiantar a menopausa. Todos esses fatores podem contribuir para o ressecamento vaginal e a dica aqui é tentar ao máximo deixar o cigarro de lado.
4. Menopausa
Apesar de algumas mulheres sofrerem com a menopausa precoce, esse processo normalmente ocorre após os 50 anos. Nele, a mulher enfrenta um desequilíbrio na produção de hormônios, o que pode causar alterações no corpo, problemas para dormir, o fim da menstruação, calores esporádicos e até uma falha na irrigação do canal vaginal.
Com esse ressecamento vaginal, o sexo fica desconfortável e muitas mulheres preferem encerrar a vida sexual, mas, segundo a fisioterapeuta uroginecológica Débora Padua, é possível tratar o problema. A especialista explica que, após consultar um médico, a mulher pode ser orientada a fazer a reposição hormonal – que busca reequilibrar a produção de hormônios do corpo –, utilizar géis hidratantes, lubrificantes à base de água e até fazer fisioterapia íntima para recuperar a flexibilidade do canal vaginal.
5. Periodo de amamentação e pós-parto
Sim, após dar à luz e durante a fase que a mãe está amamentando o recém-nascido, é possível que ela experimente o ressecamento vaginal. Conforme conta Leah Millheiser, professora assistente de obstetrícia e ginecologia da Universidade de Stanford (Estados Unidos) consultada pelo site “Refinery29”, é comum que a quantidade de estrogênio produzida pelo corpo diminua. Esse hormônio se relaciona com o funcionamento dos órgãos genitais, e a redução dele no organismo pode levar ao ressecamento do canal vaginal.
A especialista explica também que, para que a mulher possa amamentar, o corpo produz um hormônio que suprime a produção de estrogênio e testosterona, agravando a questão do ressecamento. Segundo Leah, se a mulher tiver desejo de manter a vida sexual ativa no período, o ideal é buscar lubrificantes e hidratantes vaginais que não tenham hormônio na composição.
6. Medicamentos e tratamentos para determinadas doenças
Há algumas substâncias presentes em remédios que também podem prejudicar a lubrificação natural da mulher. De acordo com Leah, as pílulas anticoncepcionais são as principais culpadas pelo problema quando ele ocorre em mulheres mais jovens, já que, tanto esse medicamento quanto o anel vaginal funcionam liberando hormônios no organismo e suprimindo a produção da testosterona e do estrogênio que o próprio corpo tem naturalmente, o que pode gerar, para a vagina, um efeito parecido com o da menopausa. Em casos como esse, o ideal é a mulher discutir com o ginecologista o uso de outro método contraceptivo, como DIU de cobre.
Porém, as pílulas anticoncepcionais não são os únicos medicamentos que podem ser responsáveis pelo ressecamento vaginal. Segundo Leah, antidepressivos são capazes de ter o mesmo efeito, assim como o tratamento contra o câncer. A ginecologista e obstetra Trícia Barreto explica que, normalmente, pacientes com câncer costumam sofrer com um estreitamento do canal vaginal causado pelas substâncias presentes na medicação. Em casos assim, Trícia afirma que é possível devolver o conforto à mulher com cremes vaginais de ação hormonal ou apenas hidratantes.
Fonte: Delas – iG @ http://delas.ig.com.br/amoresexo/2017-11-06/ressecamento-vaginal.html
nov30
Uma pesquisa feita pela Oxford Economics and the National Centre for Social Research, na Inglaterra aponta que uma boa noite de sexo e sono estão diretamente ligados a felicidade do indivíduo. O estudo foi realizado com 8.250 ingleses, que precisaram responder a pergunta ‘o que era viver bem’.
O questionário envolvia 60 questões ligadas ao bem estar, qualidade de sono, vida sexual, segurança profissional e relacionamentos. Entre os quesitos, dois geraram grande impacto na felicidade individual dos participantes: sono e sexo. Segundo o estudo, cerca de 60% dos participantes diziam se sentir bem após uma boa noite de sono.
Já no tópico vida sexual, os participantes responderam que o fator determinante para a felicidade está na qualidade dos encontros e não na quantidade.
Por fim, a pesquisa afirma que as pequenas atitudes do dia, como abraços, sorrisos, caminhadas ao ar livre, programas com a família ou os amigos, são capazes de mudar de forma considerável o humor do indivíduo.
Fonte: http://www.ibahia.com/detalhe/noticia/fazer-sexo-e-dormir-bem-sao-segredos-da-felicidade-diz-estudo/
nov30
Você tem ótimos momentos na cama e sempre deseja que durem mais?
 
Não existe essa de "tempo ideal", tá? Independentemente das estatísticas, não se esqueça que o importante é a quantidade de diversão, não de minutos. Mas, quando está tudo tão bom, o pensamento é aquele dos filmes românticos: queria que esse momento durasse para sempre. Aqui deixamos nossas propostas para estender a felicidade: 10 dicas para fazer o sexo durar mais!
 
1. Deixe a imaginação voar para longe
Uma maneira fácil para alongar a chegada do clímax, tanto quanto possível, é se distrair, manter a mente entretida. Parar de pensar sobre o ato em si, torna mais fácil retardar o orgasmo. Quando o seu parceiro pensar em como você é sexy e o quanto você é boa, vai ficar animado demais. Portanto, é bom deixar a mente voar para que o prazer dos dois seja prolongado. Você sabe o que dizem: rever a lista de compras, o alfabeto de trás para frente… Parece engraçado, mas é um método muito eficaz.
 
2. Uma distração física
Por que não tomar a iniciativa de fazer uma pausa quando ele está prestes a atingir o orgasmo? Não se preocupe, você não tem de parar drasticamente, mas pode deixar os movimentos mais lentos ou colocar a mão no peito do seu parceiro para acalmá-lo. Um truque improvável: tente algo como uma mordiscada e contar até dez… Funciona!
 
3. A comunicação é essencial
Parece óbvio, mas ter uma boa comunicação com o seu parceiro pode ser a chave para fazer um trabalho melhor na relação sexual. Se o cara não sabe o que você gosta na cama ou se você não sabe do que ele gosta, fica difícil. Sussurros pedindo para ele diminuir a velocidade funcionam!
 
4. Tente um lubrificante para retardar o orgasmo
Não existe problema nenhum em usar ajuda extra na hora H. Se você quer ter uma transa inesquecível, por que não tentar retardar o orgasmo com um lubrificante? Aplique o gel, que pode ser comprado em farmácias, sob a parte mais sensível do pênis do parceiro. Brinque com esse novo assistente e experimente diferentes tipos até encontrar o perfeito. Aproveite muito a nova experiência!
 
5. Pense em si mesma
Se você precisa de um momento para pensar em você, vá em frente. Na maioria das vezes, eles preferem um momento de silêncio após a ejaculação, mas se você quiser mais, não hesite em dizer! E se ele não conseguir outra ereção – o que é totalmente normal – você sempre pode acabar o serviço utilizando brinquedos.
 
6. Anéis penianos
Os sex toys podem salvar a vida sexual de muitos casais por aí e não servem apenas para a mulherada. Eles podem ajudar muito com o seu parceiro: a ereção vai vir mais tarde e será mais intensa. Além disso, por não fazer todo o trabalho com o pênis, ele vai conseguir retardar a ejaculação.
 
7. Experimente novas posições
Tentar coisas novas é sempre divertido e existe todo um kama sutra a ser explorado. Se você ousar, pode organizar algo como uma maratona sexual em que você praticar várias posições diferentes. Mudar de vez em quando não é apena divertido, mas também pode fazer seu parceiro durar mais tempo ao enfrentar novos desafios.
 
8. Mais sexo!
O tópico mais simples e mais agradável. Só a prática leva a perfeição! Não pressione o moço com metas para o número de vezes que vocês devem transar na semana, mas saiba que manter uma boa regularidade vai fazer seu parceiro durar mais tempo na cama. Alguém se opõe a esse método?
 
9. Por que não tentar uma segunda vez?
Quem disse que uma única partida de sexo seria suficiente nestes jogos eróticos? Se a primeira tentativa deixa você querendo mais, por que não fazer novamente? Deixem a imaginação voar e logo estarão prontos para uma segunda rodada. Ele vai demorar mais tempo para atingir o orgasmo do que na primeira vez…
 
10. Assuma o controle
Parece normal, mas certamente não dar ao seu parceiro exatamente o que ele quer pode ser a chave para a transa durar mais tempo. É ok assumir as rédeas, certo? Se você sabe que naquela posição o sexo vai ser vapt-vupt, altere as posições. Se você fizer tudo com jeitinho, ele vai adorar ser contrariado.
 
A recíproca é verdadeira. Se você sabe que a posição que vocês estão não garante que seu orgasmo veja rápido, não mude. Lute contra seus instintos básicos e espere para ver os resultados!
 
Fonte: http://www.taofeminino.com.br/sexo/10-dicas-para-retardar-o-orgasmo-e-fazer-o-sexo-duras-mais-s2108797.html / por Geovana Pereira /  Foto: © iStock
nov30

Durante muito tempo, o corpo feminino foi visto com um propósito bem diferente do corpo masculino: enquanto os homens tinham instintos incontroláveis de fazer tudo em busca de prazer, as mulheres eram meros meios de proporcionar esse prazer e, no final da história, dar continuidade à espécie, carregando e parindo os filhos daqueles que usavam seus corpos.

Pesado, né? E verdadeiro. Absolutamente verdadeiro. Ao longo da História, era simplesmente normal acreditar que mulheres não tinham como sentir prazer. De fato, não sentem prazer da mesma forma que o homem sente, mas nem de longe isso quer dizer que são frígidas ou coisa parecida. Quer dizer apenas que o prazer masculino, mais óbvio, é verdade, foi por muito tempo o único valorizado.

Prova disso é a Era Vitoriana, da Inglaterra. Nessa época, mulheres se submetiam a tratamentos médicos para curar casos de histeria. Magicamente, quando os médicos estimulavam a região genital de suas pacientes com as mãos, elas eram tomadas por sensações boas e um súbito calor no corpo. Saíam dos consultórios felizes da vida, “curadas”.

Cena do filme “Histeria”, que conta a história dos vibradores na Era Vitoriana

As massagens íntimas não foram inventadas pela Inglaterra vitoriana, ao contrário do que se possa imaginar. Muito antes disso, a técnica milagrosa era realizada. Só para você ter ideia, há mais de 2 mil anos, o grego Hipócrates, considerado o “pai da Medicina”, já relacionava a tensão feminina ao útero.

A palavra “histeria” tem origem grega, inclusive – vem de “hysteros”, que significa útero. Na época, era usada para descrever uma série de sintomas comumente experimentados por mulheres: cansaço, nervosismo e depressão. A cura? Segundo Hipócrates, nada melhor do que um bom dildo.

O objeto fálico não era novidade na época de Hipócrates, até mesmo porque há registro da utilização de dildos no Egito Antigo – existem indícios que indicam que Cleópatra construiu seu próprio objeto de estimulação clitoriana.

O fato é que a anatomia feminina era pouco conhecida, e os casos de histeria, bastante frequentes. Durante a Idade Média e também no Renascimento, os médicos acreditavam que mulheres histéricas tinham esse “problema” devido à abstinência sexual. A indicação era a mesma para todas: sexo. Muito sexo.

O problema é que ninguém falava em orgasmo – aliás, na Inglaterra vitoriana, o termo utilizado para falar em orgasmo era “paroxismo histérico” – a reação feminina aos estímulos genitais nem sempre era interpretada como sexual. Nessa época, o incentivo para que os homens estimulassem a região do clitóris era a ideia de que ter “paroxismos histéricos” aumentava a chance de engravidar.Se por um lado havia o interesse em proporcionar “paroxismos histéricos” às mulheres, por outro existia a crença de que masturbação era uma prática pecaminosa e perigosa – alguns médicos diziam que as mulheres podiam se masturbar somente quando estivessem menstruadas.

Manual de massagem para curar histeria.

De qualquer forma, os próprios médicos, todos homens, ofereciam o tratamento necessário para que as mulheres tivessem “paroxismos histéricos”. Em outras palavras: as moças iam ao médico para terem orgasmos.

O “tratamento” era tão eficiente e proporcionava um bem-estar tamanho que as moças voltavam para mais e mais sessões. Com o passar do tempo, a notícia a respeito da técnica foi se espalhando, e os médicos, acumulando pacientes. Como resultado da movimentação repetida que faziam com as mãos, muitos médicos começaram a ter problemas provocados por esforço repetitivo.

Foi então que a necessidade de um massageador eletrônico ficou mais evidente e deu início à produção de vibradores. O primeiro desses aparelhos era gigantesco e ocupava quase um cômodo inteiro. Chamado de “o manipulador”, o vibrator foi inventado por Dr. Joseph Mortimer Granville (agradeçam a ele, moças) em 1880.

Anúncio de vibrador

Inicialmente, a parafernalha foi criada para massagear homens mesmo e ajudar a aliviar as mais diversas dores musculares. Acontece que o aparelho também ficou conhecido por acelerar o trabalho manual realizado pelos médicos – hehe. Não demorou para que o dispositivo fosse modernizado e ficasse cada vez menor e mais funcional.

Na verdade, a coisa evoluiu rapidamente – de acordo com esta entrevista, concedida em 2012, em 1899 já se viam anúncios de vibradores portáteis, à bateria. Incialmente, os aparelhos eram vendidos somente para médicos, mas logo as moças começaram a ver que, em vez de gastar dinheiro com a terapia, poderiam comprar seus próprios vibradores. Espertinhas!

No início da década de 1920, vibradores começaram a ser utilizados em bordeis e também em filmes pornográficos, e em 1952 o termo “histeria” foi deixado de ser usado como nome de alguma patologia, mas a fiscalização direcionada ao corpo feminino continuou e, assim que as pessoas perceberam que a tal “cura para a histeria” tinha cunho sexual, o que aconteceu? Isso mesmo: os aparelhos deixaram de ser comercializados.

Mas os anos foram passando, a revolução sexual chegou com tudo na década de 1970 e finalmente a ideia de objetos criados especificamente para proporcionar prazer feminino passou a ser mais bem recebida. Não estamos dizendo, logicamente, que brinquedinhos sexuais são uma ideia recente – eles existem há séculos, mas eram usados secretamente.

 

 

 

 

 

 

Hoje, os aparelhos existem em quantidades absurdas: são cores, modelos, tamanhos, velocidades e texturas diferentes. Estima-se que pelo menos metade das mulheres já tenham utilizado um vibrador alguma vez na vida. Vale lembrar que a masturbação é um exercício mais do que saudável, e que, quando a mulher conhece o próprio corpo, as relações sexuais se tornam satisfatórias para todos os envolvidos.

Fonte: https://www.megacurioso.com.br/sexo/90609-hora-de-falar-de-sexo-conheca-a-bizarra-origem-do-vibrador.htm / Por 

 

 

 

 

 

 

nov30
Além de conversar bastante para estreitar laços ou buscar ajuda profissional para resolver possíveis questões que atrapalham o relacionamento, tornar o sexo mais dinâmico e divertido também é uma forma de esquentar a relação
Com o tempo, é natural que aquela ardência do relacionamento seja substituída por um ritmo mais suave e até, em alguns casos, relativamente tedioso, levando os casais a procurarem formas de apimentar a relação. De acordo com a especialista em sexualidade e colunista do Delas Cátia Damasceno, isso acontece principalmente quando as pessoas são casadas.
 Além da conversa, tornar o sexo mais divertido ajuda a estreitar laços e apimentar a relação
Além da conversa, tornar o sexo mais divertido ajuda a estreitar laços e apimentar a relação
“Esse interesse acaba quando o casal perde a cumplicidade, as brincadeiras e a troca de cuidado um com o outro”, afirma Cátia. Além de  reforçar os laços do relacionamento com muita conversa e demonstrações de carinho, há algumas formas divertidas de apimentar a relação e o Delas separou seis para você testar:
1. Pompoarismo
Você sabia que  a vagina também pode se exercitar e que essa “ginástica íntima” traz benefícios não só para o prazer feminino, mas para quem estiver fazendo sexo com ela? Tudo isso vem com a prática do chamado pompoarismo, técnica que fortalece a musculatura pélvica e permite que a mulher tenha mais controle desses músculos. Ok, mas o que isso tem a ver com apimentar a relação?
Segundo Cátia, além de esse fortalecimento fazer com que a região fique mais irrigada e sensível ao prazer, o controle da musculatura permite que a mulher crie contrações durante o sexo, estimulando o pênis de forma diferente. Além de contribuir com o orgasmo vaginal – que é mais difícil de se alcançar do que o clitoriano para algumas mulheres –, é uma ótima forma de surpreender o parceiro.
Os exercícios de pompoarismo podem ser feitos tanto sem quanto com acessórios próprios para a prática. Sem eles, Cátia indica contrair os músculos pélvicos (como se estivesse segurando e soltando o xixi) de 20 a 30 vezes, descansar por um minuto e repetir a série. Para usar os acessórios – que são bolinhas de vários tamanhos –, o mais indicado é buscar a orientação de profissionais.
2. Noite de jogos
Se você e seu parceiro ou parceira são mais “quadradões”, esta pode ser uma ótima forma de sair da rotina e reascender a chama que está se apagando. Estamos falando de jogos eróticos. De acordo com a sexóloga Priscila Junqueira, além de proporcionar mais prazer, incorporar esse tipo de brincadeira ocasionalmente na vida sexual ajuda o casal a explorar os próprios desejos e ter ainda mais intimidade.
Antes de tudo, é necessário conversar bastante com a outra pessoa e estabelecer os limites de cada um, deixando claro o que está e o que não está permitido nos joguinhos. Em seguida, basta escolher. Existe uma gama enorme de brincadeiras , algumas com acessórios – como dados eróticos, baralhos, brinquedos sexuais, entre outros – e outras que não requerem nada além dos participantes. Esquentando o clima com uma brincadeirinha assim, o sexo se torna mais divertido e dinâmico.
3. Sexo pela manhã
O melhor horário para se fazer sexo é à noite, após um jantar romântico quando o casal já está livre de obrigações, certo? Não necessariamente. Nesse horário, há mais risco de rolar aquela preguicinha devido ao cansaço após um dia cheio, fora que, após uma refeição, o fluxo sanguíneo se concentra na digestão, tornando uma atividade como o sexo mais complicada. Além disso, um estudo realizado pela Forza Supplements – marca britânica de suplementos aliemtnares – mostra que a parte da manhã é o melhor horário para transar.
De acordo com os dados levantados pelo estudo, o melhor momento é quando o relógio marca 7h30, mas, para os que não são fãs de acordar muito cedo, o melhor em geral é transar cerca de 45 minutos após o despertar. O motivo? De manhã, o corpo está mais descansado, com mais energia para gastar na hora H. Além disso, deixar que o clima esquente logo cedo promove benefícios para o corpo, como uma sensação de bem-estar pela alta na produção de endorfinas, redução de estresse e diminuição da pressão sanguínea. Dessa forma, a pessoa fica mais concentrada, bem humorada e até otimista. Vale o teste!
4. “Dirty talk”
Se você é dos mais envergonhados, talvez seja melhor não começar por este item, mas é fato que o “dirty talk” – aquelas sacanagens ao pé do ouvido ou por mensagens – é uma grande ajuda para quem quer apimentar a relação deixando as coisas mais divertidas antes e durante o sexo. De acordo com Cátia, se a pessoa estiver gostando de ouvir aquilo, vai se sentir cada vez mais estimulada e se empenhar mais no ato, proporcionando mais prazer.
Segundo a especialista, a dica é se soltar, mas sem mandar aquela sacanagem “cabeluda” logo de cara para não assustar o parceiro ou a parceira. Dizer se está gostando ou falar sobre o que gostaria de fazer também é uma boa ideia, tanto durante a transa quanto ao longo do dia, enquanto o casal está separado. Dessa forma, os dois começam a construir um clima e, quando chega a hora do “vamos ver”, já estão no limite do desejo.
5. Mais tempo de sexo
Apimentar a relação nas preliminares é bom, mas ter mais tempo de sexo para testar mais possibilidades é ainda melhor. Trocar de posição quando os dois estiverem chegando perto do orgasmo é uma forma de “construir picos” no clima, e tanto pedir que o homem se masturbe algumas horas antes do ato quanto tentar transar duas vezes seguidas normalmente fazem com que ele demore a ejacular, tornando o sexo mais longo. Há também o anel peniano , que, por apertar de leve a base do pênis, faz com que o homem aguente mais tempo sem ejacular, o que nos leva ao próximo tópico:
6. Brinquedos eróticos
Ao contrário do que muitos pensam, brinquedos eróticos não precisam ser usados apenas quando se está sozinho, e não é problema algum recorrer a eles para apimentar a relação. Além de conversar sobre o desejo de incluir um acessório desses nas relações sexuais, o ideal é começar com o básico, como óleos de massagem, lubrificantes e vibradores líquidos. Acessórios que satisfazem os dois, com o anel peniano, também são uma boa pedida para o início. Já quanto a vibradores e masturbadores masculinos em geral, é possível que um parceiro use no outro ou apenas assista enquanto a outra pessoa usa nela mesma.
Fonte: Delas – iG @ http://delas.ig.com.br/amoresexo/2017-10-08/apimentar-a-relacao-sexo.html / Foto: Shutterstock / Por iG Delas

nov30

As chances de cair na rotina em um relacionamento aberto é bem menor, além de proporcionar muito mais experiências

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As chances de cair na rotina em um relacionamento aberto é bem menor, além de proporcionar muito mais experiênciasBrigas? Em um relacionamento aberto, elas praticamente deixam de existir.
Ainda que com intensidade menor do que algumas décadas atrás, os relacionamentos abertos, nos quais o casal concorda em se relacionar sexualmente com outras pessoas, ainda enfrentam estranhamento. Mas eles têm ganhado espaço nas conversas do cotidiano e não faltam adeptos desse estilo de se relacionar que se sintam felizes e satisfeitos com a ausência de exclusividade.

É válido deixar claro aqui que um relacionamento aberto NÃO é a mesma coisa que poliamor. Enquanto no primeiro o casal concorda em se relacionar sexualmente com outras pessoas de fora do relacionamento sem desenvolver uma relação afetiva, no poliamor existe tanto a poligamia quanto o envolvimento amoroso de uma pessoa com várias ao mesmo tempo, contanto que exista o consentimento de todas as partes envolvidas.

Se você já pensou na possibilidade de abrir seu relacionamento ou alguém te propôs isso, mas a ideia ainda não te deixa confortável, veja alguns dos benefícios que esse tipo de relação pode ter para saber se é o que você quer tanto para você quanto para sua vida em casal. Para conhecer melhor sobre esse assunto, veja também as regras do relacionamento aberto.

Mais mulheres, menos culpa
Viu aquela gata na rua e ficou a fim de conhecer ela mais intimamente? Não precisa reprimir seu desejo. Em um relacionamento aberto, nada vai te impedir de ficar com quem quiser sem se sentir culpado por estar traindo alguém, como aconteceria em uma relação tradicional. Isso sem correr o risco de perder aquela mulher única que faz seu coração bater mais rápido.

Ninguém trai ninguém
Aquela desconfiança e insegurança que geralmente rondam um relacionamento tradicional quando o assunto é traição desaparecem. Quando as duas partes concordam em se relacionar com outras pessoas abertamente, uma traição de confiança ou afeto se torna muito menos provável de acontecer e ninguém sai machucado no final da história.

 

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Traições também perdem todo o significado nesse tipo de relacionamento, o que aumenta muito mais a confiança entre o casal

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Maior troca de experiências
Um número maior de parceiras sexuais significa também mais oportunidade de ter novas experiências, experimentar novidades e ainda aprender novos “truques” para adicionar ao seu repertório. Os preconceitos em torno do sexo, como “nojinhos” e outras coisas que possam existir também são superados mais facilmente e você se sente mais satisfeito sexualmente, além de satisfazer mais.
Adeus rotina
Quando você se envolve com mais de uma pessoa, as chances de deixar o relacionamento cair naquela rotina chata e monótona que muitas vezes condenam as relações a ponto de não aguentar mais olhar na cara da pessoa são reduzidas consideravelmente. Sair com novas pessoas, entrar em contato com novos gostos, novos pensamentos e experiências deixam o relacionamento mais interessante e menos cansativo.
Brigas? Esqueça
A falta de confiança, o medo da traição e problemas com o compromisso exigido para a vida a dois são verdadeiras pedras no sapato de muitos casais e os maiores motivos de brigas nos relacionamentos atuais. Quando se tira esses fatores da equação através do relacionamento aberto, em que o casal está ciente e concorda em sair com outras pessoas, não há mais tantos motivos para desentendimentos.
Confiança de sobra
Aceitar que sua namorada está se relacionando com outros caras exige confiança de sobra para saber lidar bem com a situação sem crises de ciúmes. Isso vale também para ela, que deve confiar bastante em você para concordar com isso. Um relacionamento aberto tem a capacidade de aumentar a confiança mútua do casal, que deixa de lado várias inseguranças.
Responsabilidades mais leves
Não se engane: as responsabilidades do casal não deixam de existir, ainda que levemente diferentes do habitual. A necessidade de estar sempre junto, obviamente, não é tão frequente. O casal deve conversar sobre isso e decidir que responsabilidades manterão e quais deixarão de existir. Isso pode evitar muitos desentendimentos e brigas desnecessárias.

 

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