Mês(s): abril 2018

abr20

Uma vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde de homens e mulheres. Além do prazer em geral, estudos associaram o sexo (e até a masturbação) a um melhor funcionamento da saúde em geral.

Ficou interessado? Então, veja abaixo alguns alguns dos benefícios das relações sexuais elencados pelo site especializado Medical Daily.

1.  Redução do nível de stress

O sexo é uma atividade naturalmente prazerosa que pode impulsionar o humor e regular a ansiedade, reduzindo os sinais de stress. A liberação de dopamina e endorfina no cérebro durante a atividade sexual aumenta o prazer e a sensação de bem-estar.

2. Prevenção de problemas cardíacos

Quando em excesso, a homocisteína – aminoácido relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares – pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos eataques cardíacos. Felizmente, pesquisas sugerem que o sexo pode ajudar a prevenir o acúmulo de homocisteína, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação no corpo. A má notícia é que esse benefício só foi encontrado em homens.

3. Menor risco de câncer de próstata

Outra vantagem para os homens vinda do sexo e da masturbação é a redução no risco de câncer de próstata. Embora os cientistas ainda não tenham conseguido estabelecer uma associação causal, acredita-se que a ejaculação ajude a eliminar substâncias químicas nocivas à saúde do órgão.

4. Qualidade do sono

Sono e sexo parecem ter efeitos equivalentes já que uma boa relação sexual significa um sono melhor e vice-versa. Depois de experimentar um orgasmo, o corpo libera prolactina, hormônio que ajuda a relaxar e cujos níveis podem ser 400% maiores do que após a masturbação, por exemplo.

5. Antienvelhecimento

Segundo David Weeks, ex-chefe de psicologia do Hospital Real de Edimburgo, no Reino Unido, a satisfação sexual é um dos principais contribuintes para uma boa qualidade de vida. Pessoas com uma vida sexual ativa tendem a parecer alguns anos mais jovens do que realmente são.

O ‘efeito rejuvenescedor‘ deve-se à secreção do hormônio do crescimento humano (HGH) e de endorfinas durante o sexo, que ajudam a prevenir rugas e flacidez.

6. Cérebro em melhor forma

Pesquisas descobriram que pessoas que fazem sexo regularmente podem ter uma função cognitiva melhorada, especialmente à medida que envelhecem. Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugeriu que relações sexuais frequentes estavam associadas a uma melhor memória de trabalho, fluência e função executiva.

Esse efeito pode estar associado à redução de processos inflamatórios e crescimento de novas células cerebrais.

7. Alívio da dor

Seja dor de cabeça ou nas articulações, um orgasmo pode trazer alívio. Os estímulos sexuais são conhecidos por aumentar significativamente a tolerância à dor, especialmente nas mulheres, que podem encontrar na masturbação uma fonte de alívio para as cólicas menstruais.

“Os orgasmos ajudam a fortalecer o assoalho pélvico e melhoram o fluxo sanguíneo para os genitais”, disse a ginecologista americana Alyse Kelly-Jones ao Medical Daily.

8. Queima de calorias

Segundo Naomi Greenblatt, diretora médica da The Rocking Chair, o sexo pode ser um ótimo exercício. Cada relação sexual gasta de 85 a 250 calorias.

Uma última dica

Sexo é bom, mas jamais esqueça de usar proteção ou todos esses benefícios podem ser prejudicados por uma doença sexualmente transmissível (DST).

 

Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/saiba-como-uma-vida-sexual-ativa-pode-beneficiar-a-saude/ Por Da Redação

abr13

Um estudo recentemente divulgado mostrou que pessoas casadas que sofreram infartos tiveram melhor evolução e morreram menos que solteiros e viúvos.

Fatores emocionais e sociais têm importante influência sobre o desenvolvimento e evolução da doenças cardíacas. Um estudo inglês, recentemente divulgado, demonstrou que pessoas casadas que sofreram infartos tiveram melhor evolução e morreram menos que solteiros e viúvos.

A pesquisa revelou ainda que casados, de ambos os gêneros, que têm fatores de risco para o desenvolvimento de complicações cardíacas, como hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes, também tiveram uma menor taxa de mortalidade em três anos de acompanhamento.

A pesquisa

Com o objetivo investigar o impacto do estado civil sobre a mortalidade de pacientes internados com síndromes coronarianas agudas (infarto e angina) e com fatores de risco cardiovasculares, foram coletadas informações de um grande banco de dados de hospitais da Inglaterra, entre 1 de janeiro de 2000 e 31 de março de 2013. Foram selecionados pacientes internados com doenças coronarianas agudas, hipertensão, colesterol elevado e diabetes tipo 2 (DM2).

A mortalidade de pacientes de diferentes estados matrimoniais foi comparada e, por meio de métodos estatísticos, ajustada para idade, gênero, etnia e as dez maiores causas de mortalidade no Reino Unido. Entre 929.552 pacientes adultos admitidos no período de estudo, houve 168.431 pacientes com hipertensão, 53.055 com alterações dos níveis de colesterol, 68.098 pacientes com DM2 e 25.287 com síndromes coronarianas agudas.

Conclusão

A análise revelou que as pessoas casadas, em comparação com as solteiras, apresentaram taxas de mortalidade significativamente menores. Assim, entre aqueles com hipertensão houve uma diferença de 10%; naqueles com colesterolelevado a diferença foi de 16%; entre diabéticos, 14%; enquanto nos coronarianos foi de 14% .

A mortalidade também foi menor em pacientes viúvos com hipertensão (3%), diabetes (3,5%) e coronariopatias (4,1%). Pacientes divorciados coronarianos também apresentaram maiores taxas de mortalidade.

Em conclusão, pacientes casados com doenças cardíacas ou fatores de risco têm taxas de mortalidade mais baixas, não podendo ser afastado, além das questões sócio-emocionais, o efeito de um melhor gerenciamento da saúde cardiovascular nesses indivíduos. Os autores sugerem a necessidade de uma maior atenção ao suporte social para pacientes isolados com doenças cardíacas e fatores de risco cardiovasculares.

 

Fonte: iStock/Getty Images /  Por Marcus Malachias

Link: https://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/casamento-faz-bem-ao-coracao/

abr06

Pesquisa mostra que é necessário mais do que tesão para fazer a (o) parceira (o) sentir prazer.

Quais são os requisitos para que uma relação sexual seja boa? Tesão? Sintonia entre os envolvidos? Performance? Esses aspectos são importantes, mas de acordo com uma pesquisa realizada pelo site Singles in America, financiada pelo serviço de namoro Match e conduzida pela Research Now existem outros fatores que fazem uma transa ser boa.

De acordo com o estudo 83% dos solteiros, independentemente da orientação sexual, classificam que um parceiro (a) que seja seja atencioso e entusiasmado são os dois principais indicadores para um bom sexo. Além disso, ter uma boa comunicação e se preocupar com as necessidades do parceiro (a) também contribuem para deixar o momento mais envolvente.

De acordo com a antropóloga biológica Helen Fisher, que também é assessora científica do site Match, as pessoas geralmente colocam muito foco em inovar no momento da transa, mas é importante lembrar que aspectos básicos são fundamentais. A pesquisa foi realizada com mais de 5 mil participantes.

A pesquisa também descobriu que apesar de a maioria dos participantes acreditar que a sintonia sexual melhora com o tempo, as mulheres são 70% menos tolerantes a um sexo ruim do que os homens.

A terapeuta sexual Emily de Ayala vê esse cenário de forma positiva e acredita que esse momento é positivo, pois mostra que as mulheres não se contentam mais com relações ruins apenas para ter um parceiro.

Terceira idade

Engana-se quem pensa que a terceira idade é sinônimo para não ter uma vida sexual satisfatória. De acordo com a pesquisa, entre as mulheres a melhor época para fazer sexo é aos 64 anos. Já entre os homens aos 66 anos.

Um dos motivos, segundo Emily, seria o fato de que os mais velhos se sentem mais confortáveis em falar sobre o que gostam ou não gostam, sem falar que já estão mais maduros e confortáveis com os seus corpos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/sexo/sexo-bom-homens-e-mulheres-contam-o-que-e-essencial-na-transa,98fc02857ab8d9e1be6a15ae686e7ed3e8euvubt.html / Por redação

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