Mês(s): junho 2018

jun28

Carolina Prado e Gabriela Guimarães

Colaboração para o UOL

Nem sempre a gente se dá conta de que está sendo meio criança no namoro ou no casamento. Mas, ao agir de maneira diferente, a relação fica mais leve e gostosa. Para te ajudar nessa transformação, listamos alguns comportamentos que não combinam com relacionamentos evoluídos:

1. Brigar por mensagem de texto

Chamar o parceiro pelo WhatsApp e dizer que precisam conversar mais tarde é uma coisa. Mas discutir por mensagem é cilada, porque, geralmente, causa mal-entendidos. Sem saber a entonação de voz e a expressão facial da outra pessoa, a interpretação do que está sendo falado fica comprometida. Ainda é melhor uma conversa cara a cara e em um momento em que ambos estejam de cabeça fria.

2. Achar que vocês devem fazer tudo junto

Casal que se ama não precisa viver grudado. Manter a individualidade é um dos segredos para um relacionamento a dois perdurar. E não tem a ver com egoísmo, que é não considerar os interesses da outra pessoa, mas com sentir-se bem sozinha. Compartilhar a sua vida com o par não é o mesmo que depender dele.

3. Evitar certos assuntos

Talvez vocês considerem respeitoso não falar sobre temas polêmicos, como dinheiro ou sexo. Mas em relacionamentos maduros não devem existir tabus. É importante que o casal abra espaço para todo tipo de conversa, inclusive, sobre o saldo em conta corrente, religião e fantasias sexuais.

4. Invadir a privacidade do outro

Exigir a senha do e-mail do par, checar o celular dele enquanto está no banho e vasculhar o Facebook só porque ele esqueceu o perfil aberto no computador tem mais a ver com um relacionamento adolescente. Em caso de desconfiança, o diálogo é sempre mais produtivo e respeitoso do que bancar a detetive.

5. Fazer muitas promessas

Prometer demais é sinal de insegurança, o que é comum em início de relacionamento, quando está sendo iniciada uma jornada de descobertas. Mas, com o tempo, essa vulnerabilidade deve diminuir. E em vez de prometer, vocês passam a naturalmente agir demonstrando amor e consideração um pelo outro.

6. Expor as brigas nas mídias sociais

Porque mostra desrespeito de um com o outro e pode enfraquecer o vínculo entre o casal. Fora que, jogar no Face — ainda que em forma de indiretas — a discussão que tiveram em casa abre espaço para julgamentos e pitacos dos outros, o que só complica o desentendimento.

7. Idealizar demais a pessoa

É imaturo, porque a gente sabe que ninguém é perfeito. Não adianta esperar que ela corresponda a todas as nossas expectativas, porque vamos nos frustrar. Também é bom ter cuidado ao tentar se moldar para entrar na expectativa do outro, na ilusão de que, assim, você terá um amor incondicional.

8. Reclamar muito do par

Quem só reclama pode dar a impressão de que o erro está sempre no outro e que a mudança deve vir dele. Mas pessoas maduras saem da posição de vítima e encararam o problema alheio como sendo do casal. É muito adulto reconhecer a nossa parte e parcelas, positivas ou não, nas relações.

9. Sentir ciúme dos amigos do par

Você pode ser mais feliz e leve se não tentar cumprir todas as funções na vida do par. Ter ciúme dos amigos ou comparar-se a eles pode passar a ideia de que você não confia no seu amor. Nem em você mesma.

FONTES: Ariane Miessi, psicóloga clínica. Barbara Simoni Pongeluppe, psicóloga clínica. Rafaella Maria Pereira, psicóloga e psicopedagoga. Silmara Batista Brizoti, psicoterapeuta.Thiago Ribeiro, psicólogo clínico. 

jun22

Segundo uma pesquisa realizada recentemente pelo Ashley Madison – site para pessoas que buscam ter relacionamentos extraconjugais – a ideia de que o principal fator que leva uma pessoa a ser infiel é o sexo está correto. No entanto, será que isso sempre ocorre porque o sexo com o parceiro ou parceira está ruim? Segundo um novo estudo realizado pela Florida State University e publicado no periódico “Journal of Personality and Social Psychology”, ter uma vida sexual positiva no relacionamento pode aumentar a probabilidade de alguém buscar um “affair”.

Para o estudo, os pesquisadores da área de psicologia fizeram um levantamento com 233 casais recém-casados, documentando detalhes íntimos sobre os relacionamentos deles – como satisfação com a relação, comprometimento e fidelidade – ao longo de um período de três anos e meio. Além das informações coletadas, a equipe também aplicou alguns testes com as pessoas que participaram do estudo, e os resultados mostram que os indicadores de que alguém é infiel podem ser surpreendentes.

Em primeiro lugar, as pessoas que se mostraram mais satisfeitas com a vida sexual também mostraram maior propensão a trair o parceiro ou a parceira. De acordo com os pesquisadores, isso sugere que o contato com um bom sexo faz com que as pessoas tenham vontade de buscar cada vez mais experiências sexuais positivas, independente de como se sentem sobre os maridos ou esposas.

Segundo o estudo, outro fator capaz de indicar a probabilidade de alguém trair ou não é o quão atraente a pessoa é. Para mulheres, ser “pouco atraente” as torna mais propensas à infidelidade , enquanto homens “mais atraentes” que as parceiras têm mais chances de cometer uma traição . Além disso, outro dado levantado é de que a vida sexual que a pessoa tinha antes do casamento também indica a probabilidade de ela ser infiel. Homens que tiveram mais relacionamentos curtos têm mais chances de trair, enquanto, para mulheres, a situação se inverte e são aquelas que menos “experimentaram” antes do casamento as mais propensas a ter um “affair”.

Fonte: IG / Link: http://www.portalonorte.com.br/curioso-85537-ter-vida-sexual-boa-aumenta-a-probabilidade-de-traicao.html

jun11

Estudo se concentrou na monogamia para tentar estabelecer os fatores que levam ao sucesso (durabilidade) ou falha, como a infidelidade.

Durante séculos, temos investido no modelo de monogamia como o modo de vida mais difundido em termos de relacionamentos amorosos. Mas, será que a ciência poderia prever o sucesso de uma relação?

Embora existam inúmeros modelos de relacionamento, um estudo, publicado no Journal of Personality and Social Psychology, se concentrou na monogamia para tentar estabelecer os fatores que levam ao sucesso (durabilidade) ou falha, como a infidelidade. O estudo também estabeleceu uma maneira de como evitá-las.

A equipe de pesquisadores, da Universidade Estadual da Flórida, nos EUA, foi a primeira a encontrar evidências de respostas psicológicas que ajudam a evitar a infidelidade, bem como conseguir manter uma relação de longo prazo.

Para isso, eles analisaram os hábitos de 233 casais com uma média de 3 anos e meio de matrimônio, observando detalhes íntimos do relacionamento e levando em conta fatores como satisfação conjugal, compromisso de longo prazo, infidelidade (se houvesse) e, em caso positivo, se ainda permaneceram juntos.

Cada indivíduo foi convidado a avaliar a atratividade de possíveis potenciais casos paralelos ao casamento. Assim, um dos fatores que determinou o sucesso do casal foi a tendência de desvalorizar ou diminuir a atratividade de amantes possíveis, que reduziu o risco de infidelidade e aumentou a probabilidade de manutenção de um relacionamento. Já as pessoas mais fiéis avaliaram as alternativas românticas de maneira muito mais negativa.

De acordo com os pesquisadores, embora o resultado pareça lógico, não é uma resposta racional. “Essas reações são tipicamente automáticas”, explicou Jim McNulty, um dos principais pesquisadores do estudo. “Esses processos são em grande parte espontâneos e sem esforço, e podem ser moldados pela biologia e/ou experiências da primeira infância”.

Logo, os cientistas sugeriram que a fidelidade é algo que pode ser “treinado”.

O estudo também identificou alguns dos cenários prováveis de infidelidade, como idade, satisfação conjugal, satisfação sexual, a atratividade do casal e a histórico de relacionamentos de curto prazo.

Segundo eles, os classificados como mais infiéis foram as pessoas mais jovens, bem como aqueles que estavam menos satisfeitos com seus relacionamentos, resultados que de fato não são surpreendentes.

No entanto, o que aturdiu os pesquisadores foi o fato de que as pessoas satisfeitas com o sexo no relacionamento eram mais propensas a cometer infidelidade. Um dos motivos prováveis considerados é que estas se sentiam mais positivas em relação ao coito em geral e, portanto, o buscavam fora do casamento, independentemente da forma como se sentiam em relação ao parceiro. Em outras palavras, elas valorizavam o sexo de boa qualidade acima da fidelidade.

Outro fator que ajudou os cientistas a prever a infidelidade foi a atratividade. Esta foi negativamente associada à traição entre as mulheres, mas não entre os homens. Isso, segundo eles, significa que as mulheres menos atraentes são mais propensas a ter um caso extraconjugal.

Já no caso dos homens, a questão da atratividade pesou ao contrário, o que significa que eles são mais propensos a serem infiéis quando acreditam que suas parceiras são pouco atraentes.

O histórico sexual também foi avaliado como um preditor de infidelidade. Os homens que tiveram mais parceiros sexuais de curto prazo antes do casamento eram mais propensos a cometer infidelidade. Já no caso das mulheres, quanto menor o número de parceiros, maiores as chances de infidelidade.

Considerando que as taxas atuais de divórcio são de uma a cada três casais, a conclusão dos pesquisadores foi de que “há uma necessidade imperativa de desenvolver novas maneiras para ajudar as pessoas a se manterem em relacionamentos de longo prazo”.

“Com a disponibilidade de redes sociais e, portanto, o acesso mais fácil a um possível relacionamento alternativo, entender como as pessoas evitam a tentação é mais relevante do que nunca para entender os relacionamentos”, escreveram eles no estudo.

A equipe afirmou acreditar que as descobertas podem oferecer estratégias para psicólogos e psiquiatras para ajudar as pessoas a se manterem envolvidas romanticamente com seus parceiros, treinando a capacidade psicológica de cada uma a empregar a desconexão e desvalorização de potenciais casos de infidelidade.

 

Por: Jornal Ciência / Link: http://www.progresso.com.br/caderno-b/variedades/pesquisa-como-ter-um-relacionamento-longo-e-fiel

jun01

De acordo com a psicóloga e terapeuta Maristela Huerta, alguns passos são fundamentais para que o relacionamento seja mais leve e cordial.

ntender o companheiro em uma relação é o primeiro passo para que o relacionamento seja duradouro e sem desentendimentos. Porém, há outras maneiras de fazer com que a união seja ainda mais forte e cheia de cumplicidade.

De acordo com Maristela Huerta, psicóloga e terapeuta cognitiva comportamental, as cinco linguagens do amor podem ser fundamentais para que o relacionamento seja ainda mais leve e cordial.

A partir do momento em que o(a) parceiro(a) passa a investir na dedicação ao outro, ao toque, a presentear quando for oportuno, fazer um elogio e servir, os bons sentimentos continuarão vivos. Confira na matéria do ‘Viver Bem’.

 

Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/cinco-linguagens-do-amor-fazem-o-relacionamento-ser-mais-duradouro.ghtml / Foto: Reprodução/TV Tribun / Por G1 Santos

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