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ago21

Estudo com casais chegou às questões chave para manter uma relação duradoura; amizade é a primeira delas.

Em uma época em que basta deslizar o dedo para a direita na tela do celular para decidir se você gosta de alguém, fazer 10 perguntas “críticas” pode ajudar a economizar muito tempo.

Ou ao menos é isso o que recomendam Fiona Shackleton, uma advogada especializada em divórcios, e um grupo de acadêmicos da Universidade de Exeter, que colaboraram em um estudo que analisa as questões chave que os amantes em potencial devem fazer um para o outro antes de embarcar em uma relação séria.

Segundo a pesquisa, realizada entre casais “bem-sucedidos”, advogados de família e mediadores, as relações duram mais quando se constroém sobre uma base de amizade, respeito, interesses compartilhadas e expectativas realistas.

Shakleton, que representou inúmeras estrelas, como Paul McCartney, diz que fazer as perguntas adequadas cedo pode salvar de futuras dores de cabeça.

“Mais de 50% das pessoas que me consultam sobre divórcio me dizem que se deram conta que eram basicamente incompatíveis com seus parceiros pouco antes ou nos primeiros momentos de seus casamentos”, diz a advogada, que tem uma experiências de mais de 40 anos no tema.

Para Shackleton, as melhores relações a longo prazo têm lugar quando as duas pessoas têm ideias realistas sobre o que constitui uma relação feliz, definida por casamentos que testemunharam -como o de seus pais ou outros membros da família.

“Os bons amigos são os melhores amantes”

Os pesquisadores entrevistaram 43 casais que estiveram casados durante 10 anos, ou que se separaram durante esse período, e outros 10 casais que viveram juntos por pelo menos 15 anos.

O estudo recomenda fazer continuamente as seguintes 10 perguntas para construir a relação:

1. Somos compatíveis? Segundo a pesquisa, muitos dos casais “bem-sucedidos” começaram como amigos primeiro, com uma relação íntima desenvolvendo lentamente. Por isso, os especialistas acreditam que os casais devem se questionar se são compatíveis com base, principalmente, na amizade.

2. Temos uma forte base de amizade? Os especialistas dizem que uma amizade por trás ajudaram casais a superar alguns eventos negativos, como uma briga ou uma aventura amorosa. O estudo também chegou à conclusão que casais separados careciam de uma base sólida de amizade.

3. Queremos as mesmas coisas? Segundo o estudo, casais duradouros compartilham valores, esperanças, sonhos e expectativas do outro e da relação.

4. Nossas expectativas são realistas? Ao analisar as amostragens, os especialistas chegaram à conclusão que os casais “bem-sucedidos” tinham expectativas realistas sobre o casamento e as relações. Sabiam que não era simples e estavam dispostos a procurar ajuda profissional, trabalhando arduamente na relação.

5. Geralmente vemos o melhor um do outro? Os especialistas acreditam que a compaixão é chave e dizem que, apesar de tomar tempo criar um amor com compaixão, esses casais tendem a ver o melhor no outro e fazer concessões quando necessário.

6. Os dois trabalham para manter a relação vibrante? Os casais em relações duradouras mostraram que se ocupavam com o outro em rituais diários e pequenos atos de atenção, de uma maneira que era significativa para o outro.

7. Acreditamos que podemos discutir coisas e falar de problemas entre nós? É necessário ter tempo para falar do seu dia, de problemas de níveis mais profundos para ter uma relação bem-sucedida, já que a comunicação aberta fomenta a intimidade.

8. Estamos comprometidos a trabalhar na relação durante tempos difíceis? A capacidade do casal de adaptar-se às mudanças é essencial para ter uma relação duradoura. Quando os casais permanecem juntos durante períodos de adversidade, comumente falam de um fortalecimento da relação como resultado.

9. Vamos nos unir para superar as etapas que demandarem de nós?Os pesquisadores descobriram que a forma como as pessoas enfrentam as pressões da vida, como a perda de um ser querido, uma aventura amorosa, dificuldades financeiras ou a paternidade, especialmente quando o casal tem diferentes estilos de criação, é chave. Requer boas habilidades de relacionamento.

10. Cada um de nós tem pessoas de apoio ao redor? Todo mundo quer que nossa família e amigos gostem da pessoa com quem decidimos nos comprometer. Os especialistas chegaram à conclusão que redes de apoio familiares e amigos enriquecem a vida dos casais. As mulheres, em particular, obtiveram um apoio substancial de suas mães, irmãs e amigo/as.

Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2018/07/28/as-dez-perguntas-para-fazer-antes-de-iniciar-um-relacionamento-amoroso.ghtml / Foto: AFP Photo/Sebastien Bozon

jul19

Que tal trocar o aeróbico da academia por uma atividade muito mais prazerosa?

Uma vida sexual ativa garante mais bem-estar, qualidade de vida e até mesmo perda de peso. Considerado uma atividade física, o sexo emagrece e de uma forma muito prazerosa.

Uma relação completa – incluindo preliminares – com uma duração média de uma hora representa um gasto calórico de até 400 calorias. Isso equivale a 30 minutos de corrida, 80 de caminhada ou 75 de musculação.

Talvez a partir de agora não haja mais desculpas para o sedentarismo, não é mesmo? Fique por dentro de outros benefícios do sexo e garanta mais saúde (e diversão) para a sua vida.

Sexo emagrece, sim!

Uma pesquisa publicada pela Public Library of Science estudou 20 casais com idades entre 18 e 35 anos. Eles fizeram sexo diariamente por uma semana. Também foram monitorados esportistas que correram na esteira por 30 minutos.

O resultado mostrou que homens que tiveram relações sexuais perderam, em média, 4,2 calorias por minuto, contra 9,2 de um corredor. Ou seja, com uma hora de sexo, você terá perdido praticamente a mesma quantidade de calorias que em meia hora de corrida.

Especialistas revelam que não apenas o ato sexual, mas toda a preparação colabora para o gasto energético. Até mesmo o beijo é capaz de queimar calorias, assim como tirar a roupa do parceiro.

Para potencializar os bons resultados, é ideal que você tenha afinidade com o parceiro e sinta-se bem durante a relação. Reserve também um tempo na rotina da semana para relaxar. Além de deixar você em forma, uma transa sem pressa e com desejo é muito mais prazerosa.

Outros benefícios de uma vida sexual ativa

Um estudo publicado no Journal of Sexual Medicine também confirma os benefícios do sexo. Segundo a pesquisa, pessoas que têm uma vida sexual ativa têm mais chances de aumentar a longevidade, além de serem menos propensas a doenças cardíacas ou câncer.

Fora isso, a relação sexual também tem o poder de aliviar dores de cabeça, devido à liberação de ocitocina, endorfina e serotonina, substâncias que aliviam a ansiedade e estresse.

Pesquisas também revelam os benefícios do sexo para o coração. De acordo com um estudo da Univeristy Queen Belfast, na Irlanda, pessoas que praticam sexo regularmente possuem menos riscos de sofrer de infarto ou acidente vascular cerebral.

Já outro estudo, publicado no Journal of the American Medical Association, dos Estados Unidos, associou a prática de sexo regular com a redução do risco de diabetes tipo 2. Isso porque o ato colabora para a melhora da ação da insulina.

Se tudo isso já não fosse suficiente, o sexo também colabora com a melhora do humor, da autoestima e do próprio relacionamento, criando maior intimidade entre o casal.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/sexo/fazer-sexo-emagrece-sim-confira-outros-beneficios,bf2d73e708d310dc9d722eb33c3c43efqfl8630t.html

jun28

Carolina Prado e Gabriela Guimarães

Colaboração para o UOL

Nem sempre a gente se dá conta de que está sendo meio criança no namoro ou no casamento. Mas, ao agir de maneira diferente, a relação fica mais leve e gostosa. Para te ajudar nessa transformação, listamos alguns comportamentos que não combinam com relacionamentos evoluídos:

1. Brigar por mensagem de texto

Chamar o parceiro pelo WhatsApp e dizer que precisam conversar mais tarde é uma coisa. Mas discutir por mensagem é cilada, porque, geralmente, causa mal-entendidos. Sem saber a entonação de voz e a expressão facial da outra pessoa, a interpretação do que está sendo falado fica comprometida. Ainda é melhor uma conversa cara a cara e em um momento em que ambos estejam de cabeça fria.

2. Achar que vocês devem fazer tudo junto

Casal que se ama não precisa viver grudado. Manter a individualidade é um dos segredos para um relacionamento a dois perdurar. E não tem a ver com egoísmo, que é não considerar os interesses da outra pessoa, mas com sentir-se bem sozinha. Compartilhar a sua vida com o par não é o mesmo que depender dele.

3. Evitar certos assuntos

Talvez vocês considerem respeitoso não falar sobre temas polêmicos, como dinheiro ou sexo. Mas em relacionamentos maduros não devem existir tabus. É importante que o casal abra espaço para todo tipo de conversa, inclusive, sobre o saldo em conta corrente, religião e fantasias sexuais.

4. Invadir a privacidade do outro

Exigir a senha do e-mail do par, checar o celular dele enquanto está no banho e vasculhar o Facebook só porque ele esqueceu o perfil aberto no computador tem mais a ver com um relacionamento adolescente. Em caso de desconfiança, o diálogo é sempre mais produtivo e respeitoso do que bancar a detetive.

5. Fazer muitas promessas

Prometer demais é sinal de insegurança, o que é comum em início de relacionamento, quando está sendo iniciada uma jornada de descobertas. Mas, com o tempo, essa vulnerabilidade deve diminuir. E em vez de prometer, vocês passam a naturalmente agir demonstrando amor e consideração um pelo outro.

6. Expor as brigas nas mídias sociais

Porque mostra desrespeito de um com o outro e pode enfraquecer o vínculo entre o casal. Fora que, jogar no Face — ainda que em forma de indiretas — a discussão que tiveram em casa abre espaço para julgamentos e pitacos dos outros, o que só complica o desentendimento.

7. Idealizar demais a pessoa

É imaturo, porque a gente sabe que ninguém é perfeito. Não adianta esperar que ela corresponda a todas as nossas expectativas, porque vamos nos frustrar. Também é bom ter cuidado ao tentar se moldar para entrar na expectativa do outro, na ilusão de que, assim, você terá um amor incondicional.

8. Reclamar muito do par

Quem só reclama pode dar a impressão de que o erro está sempre no outro e que a mudança deve vir dele. Mas pessoas maduras saem da posição de vítima e encararam o problema alheio como sendo do casal. É muito adulto reconhecer a nossa parte e parcelas, positivas ou não, nas relações.

9. Sentir ciúme dos amigos do par

Você pode ser mais feliz e leve se não tentar cumprir todas as funções na vida do par. Ter ciúme dos amigos ou comparar-se a eles pode passar a ideia de que você não confia no seu amor. Nem em você mesma.

FONTES: Ariane Miessi, psicóloga clínica. Barbara Simoni Pongeluppe, psicóloga clínica. Rafaella Maria Pereira, psicóloga e psicopedagoga. Silmara Batista Brizoti, psicoterapeuta.Thiago Ribeiro, psicólogo clínico. 

jun22

Segundo uma pesquisa realizada recentemente pelo Ashley Madison – site para pessoas que buscam ter relacionamentos extraconjugais – a ideia de que o principal fator que leva uma pessoa a ser infiel é o sexo está correto. No entanto, será que isso sempre ocorre porque o sexo com o parceiro ou parceira está ruim? Segundo um novo estudo realizado pela Florida State University e publicado no periódico “Journal of Personality and Social Psychology”, ter uma vida sexual positiva no relacionamento pode aumentar a probabilidade de alguém buscar um “affair”.

Para o estudo, os pesquisadores da área de psicologia fizeram um levantamento com 233 casais recém-casados, documentando detalhes íntimos sobre os relacionamentos deles – como satisfação com a relação, comprometimento e fidelidade – ao longo de um período de três anos e meio. Além das informações coletadas, a equipe também aplicou alguns testes com as pessoas que participaram do estudo, e os resultados mostram que os indicadores de que alguém é infiel podem ser surpreendentes.

Em primeiro lugar, as pessoas que se mostraram mais satisfeitas com a vida sexual também mostraram maior propensão a trair o parceiro ou a parceira. De acordo com os pesquisadores, isso sugere que o contato com um bom sexo faz com que as pessoas tenham vontade de buscar cada vez mais experiências sexuais positivas, independente de como se sentem sobre os maridos ou esposas.

Segundo o estudo, outro fator capaz de indicar a probabilidade de alguém trair ou não é o quão atraente a pessoa é. Para mulheres, ser “pouco atraente” as torna mais propensas à infidelidade , enquanto homens “mais atraentes” que as parceiras têm mais chances de cometer uma traição . Além disso, outro dado levantado é de que a vida sexual que a pessoa tinha antes do casamento também indica a probabilidade de ela ser infiel. Homens que tiveram mais relacionamentos curtos têm mais chances de trair, enquanto, para mulheres, a situação se inverte e são aquelas que menos “experimentaram” antes do casamento as mais propensas a ter um “affair”.

Fonte: IG / Link: http://www.portalonorte.com.br/curioso-85537-ter-vida-sexual-boa-aumenta-a-probabilidade-de-traicao.html

jun11

Estudo se concentrou na monogamia para tentar estabelecer os fatores que levam ao sucesso (durabilidade) ou falha, como a infidelidade.

Durante séculos, temos investido no modelo de monogamia como o modo de vida mais difundido em termos de relacionamentos amorosos. Mas, será que a ciência poderia prever o sucesso de uma relação?

Embora existam inúmeros modelos de relacionamento, um estudo, publicado no Journal of Personality and Social Psychology, se concentrou na monogamia para tentar estabelecer os fatores que levam ao sucesso (durabilidade) ou falha, como a infidelidade. O estudo também estabeleceu uma maneira de como evitá-las.

A equipe de pesquisadores, da Universidade Estadual da Flórida, nos EUA, foi a primeira a encontrar evidências de respostas psicológicas que ajudam a evitar a infidelidade, bem como conseguir manter uma relação de longo prazo.

Para isso, eles analisaram os hábitos de 233 casais com uma média de 3 anos e meio de matrimônio, observando detalhes íntimos do relacionamento e levando em conta fatores como satisfação conjugal, compromisso de longo prazo, infidelidade (se houvesse) e, em caso positivo, se ainda permaneceram juntos.

Cada indivíduo foi convidado a avaliar a atratividade de possíveis potenciais casos paralelos ao casamento. Assim, um dos fatores que determinou o sucesso do casal foi a tendência de desvalorizar ou diminuir a atratividade de amantes possíveis, que reduziu o risco de infidelidade e aumentou a probabilidade de manutenção de um relacionamento. Já as pessoas mais fiéis avaliaram as alternativas românticas de maneira muito mais negativa.

De acordo com os pesquisadores, embora o resultado pareça lógico, não é uma resposta racional. “Essas reações são tipicamente automáticas”, explicou Jim McNulty, um dos principais pesquisadores do estudo. “Esses processos são em grande parte espontâneos e sem esforço, e podem ser moldados pela biologia e/ou experiências da primeira infância”.

Logo, os cientistas sugeriram que a fidelidade é algo que pode ser “treinado”.

O estudo também identificou alguns dos cenários prováveis de infidelidade, como idade, satisfação conjugal, satisfação sexual, a atratividade do casal e a histórico de relacionamentos de curto prazo.

Segundo eles, os classificados como mais infiéis foram as pessoas mais jovens, bem como aqueles que estavam menos satisfeitos com seus relacionamentos, resultados que de fato não são surpreendentes.

No entanto, o que aturdiu os pesquisadores foi o fato de que as pessoas satisfeitas com o sexo no relacionamento eram mais propensas a cometer infidelidade. Um dos motivos prováveis considerados é que estas se sentiam mais positivas em relação ao coito em geral e, portanto, o buscavam fora do casamento, independentemente da forma como se sentiam em relação ao parceiro. Em outras palavras, elas valorizavam o sexo de boa qualidade acima da fidelidade.

Outro fator que ajudou os cientistas a prever a infidelidade foi a atratividade. Esta foi negativamente associada à traição entre as mulheres, mas não entre os homens. Isso, segundo eles, significa que as mulheres menos atraentes são mais propensas a ter um caso extraconjugal.

Já no caso dos homens, a questão da atratividade pesou ao contrário, o que significa que eles são mais propensos a serem infiéis quando acreditam que suas parceiras são pouco atraentes.

O histórico sexual também foi avaliado como um preditor de infidelidade. Os homens que tiveram mais parceiros sexuais de curto prazo antes do casamento eram mais propensos a cometer infidelidade. Já no caso das mulheres, quanto menor o número de parceiros, maiores as chances de infidelidade.

Considerando que as taxas atuais de divórcio são de uma a cada três casais, a conclusão dos pesquisadores foi de que “há uma necessidade imperativa de desenvolver novas maneiras para ajudar as pessoas a se manterem em relacionamentos de longo prazo”.

“Com a disponibilidade de redes sociais e, portanto, o acesso mais fácil a um possível relacionamento alternativo, entender como as pessoas evitam a tentação é mais relevante do que nunca para entender os relacionamentos”, escreveram eles no estudo.

A equipe afirmou acreditar que as descobertas podem oferecer estratégias para psicólogos e psiquiatras para ajudar as pessoas a se manterem envolvidas romanticamente com seus parceiros, treinando a capacidade psicológica de cada uma a empregar a desconexão e desvalorização de potenciais casos de infidelidade.

 

Por: Jornal Ciência / Link: http://www.progresso.com.br/caderno-b/variedades/pesquisa-como-ter-um-relacionamento-longo-e-fiel

jun01

De acordo com a psicóloga e terapeuta Maristela Huerta, alguns passos são fundamentais para que o relacionamento seja mais leve e cordial.

ntender o companheiro em uma relação é o primeiro passo para que o relacionamento seja duradouro e sem desentendimentos. Porém, há outras maneiras de fazer com que a união seja ainda mais forte e cheia de cumplicidade.

De acordo com Maristela Huerta, psicóloga e terapeuta cognitiva comportamental, as cinco linguagens do amor podem ser fundamentais para que o relacionamento seja ainda mais leve e cordial.

A partir do momento em que o(a) parceiro(a) passa a investir na dedicação ao outro, ao toque, a presentear quando for oportuno, fazer um elogio e servir, os bons sentimentos continuarão vivos. Confira na matéria do ‘Viver Bem’.

 

Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/cinco-linguagens-do-amor-fazem-o-relacionamento-ser-mais-duradouro.ghtml / Foto: Reprodução/TV Tribun / Por G1 Santos

maio21

Sexo frequente pode prevenir doenças cardíacas e retardar o envelhecimento.

Uma vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde de homens e mulheres. Além do prazer em geral, estudos associaram o sexo (e até a masturbação) a um melhor funcionamento da saúde em geral.

 

1.  Redução do nível de stress

O sexo é uma atividade naturalmente prazerosa que pode impulsionar o humor e regular a ansiedade, reduzindo os sinais de stress. A liberação de dopamina e endorfina no cérebro durante a atividade sexual aumenta o prazer e a sensação de bem-estar.

2. Prevenção de problemas cardíacos

Quando em excesso, a homocisteína – aminoácido relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares – pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos eataques cardíacos. Felizmente, pesquisas sugerem que o sexo pode ajudar a prevenir o acúmulo de homocisteína, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação no corpo. A má notícia é que esse benefício só foi encontrado em homens.

3. Menor risco de câncer de próstata

Outra vantagem para os homens vinda do sexo e da masturbação é a redução no risco de câncer de próstata. Embora os cientistas ainda não tenham conseguido estabelecer uma associação causal, acredita-se que a ejaculação ajude a eliminar substâncias químicas nocivas à saúde do órgão.

4. Qualidade do sono

Sono e sexo parecem ter efeitos equivalentes já que uma boa relação sexual significa um sono melhor e vice-versa. Depois de experimentar um orgasmo, o corpo libera prolactina, hormônio que ajuda a relaxar e cujos níveis podem ser 400% maiores do que após a masturbação, por exemplo.

5. Antienvelhecimento

Segundo David Weeks, ex-chefe de psicologia do Hospital Real de Edimburgo, no Reino Unido, a satisfação sexual é um dos principais contribuintes para uma boa qualidade de vida. Pessoas com uma vida sexual ativa tendem a parecer alguns anos mais jovens do que realmente são.

O ‘efeito rejuvenescedor‘ deve-se à secreção do hormônio do crescimento humano (HGH) e de endorfinas durante o sexo, que ajudam a prevenir rugas e flacidez.

6. Cérebro em melhor forma

Pesquisas descobriram que pessoas que fazem sexo regularmente podem ter uma função cognitiva melhorada, especialmente à medida que envelhecem. Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugeriu que relações sexuais frequentes estavam associadas a uma melhor memória de trabalho, fluência e função executiva.

Esse efeito pode estar associado à redução de processos inflamatórios e crescimento de novas células cerebrais.

7. Alívio da dor

Seja dor de cabeça ou nas articulações, um orgasmo pode trazer alívio. Os estímulos sexuais são conhecidos por aumentar significativamente a tolerância à dor, especialmente nas mulheres, que podem encontrar na masturbação uma fonte de alívio para as cólicas menstruais.

“Os orgasmos ajudam a fortalecer o assoalho pélvico e melhoram o fluxo sanguíneo para os genitais”, disse a ginecologista americana Alyse Kelly-Jones ao Medical Daily.

8. Queima de calorias

Segundo Naomi Greenblatt, diretora médica da The Rocking Chair, o sexo pode ser um ótimo exercício. Cada relação sexual gasta de 85 a 250 calorias.

Uma última dica

Sexo é bom, mas jamais esqueça de usar proteção ou todos esses benefícios podem ser prejudicados por uma doença sexualmente transmissível (DST).

 

FONTE: https://veja.abril.com.br/saude/saiba-como-uma-vida-sexual-ativa-pode-beneficiar-a-saude/ Por Da Redação / FOTO: //iStock

maio07

De acordo com um estudo recente, 73% das pessoas entre 65 e 80 anos se dizem satisfeitas com o que acontece entre quatro paredes; veja detalhes

Sexo é coisa de gente jovem e, conforme as pessoas vão envelhecendo, a frequência com a qual transam diminui até tornar-se baixíssima durante a velhice, certo? Bom, apesar de muita gente ter horror à ideia de que os avôs e avós ou pais e mães ainda transam, dados de um estudo recente mostram que a frequência do sexo na terceira idade e o entusiasmo das pessoas com relação a ele é maior do que costumamos imaginar.

Tem vontade e satisfação, sim!

Divulgado na última semana, o estudo em questão foi realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e levantou alguns dados curiosos sobre o sexo na terceira idade . Se você pensa que pessoas mais velhas não têm sexo em mente, se engana: das mil pessoas entre 65 e 80 anos entrevistadas para o estudo, 84% dos homens e 69% das mulheres acreditam que o sexo é algo importante no relacionamento.

Quando os interesses são levados para a prática, os números caem um pouco, mas seguem mostrando que o fogo não precisa se apagar conforme a pele vai ficando enrugadinha. Entre as pessoas de 65 e 70 anos que foram entrevistadas, 46% delas são sexualmente ativas, enquanto para os idosos de 71 a 75 anos a porcentagem cai para 39% e, para os que têm entre 76 e 80, cai para 25%.

E quanto à satisfação com o que acontece entre quatro paredes? De acordo com o estudo, 73% dos entrevistados pelos pesquisadores afirmam estar satisfeitos com a vida sexual (sendo 37% dessas pessoas extremamente felizes e 36% relativamente felizes). Conforme mostram os dados, as mulheres se mostram mais contentes que os homens com o sexo (43% ante 31% deles), assim como as pessoas comprometidas são mais satisfeitas que as solteiras (40% versus 30%).

 

Obviamente, a saúde também tem parte nessa satisfação, já que, conforme mostram os dados, pessoas que estão em melhores condições de saúde se mostram bem mais contentes com a vida sexual do que aquelas que sofrem com problemas de saúde (40% contra 28%).

 

Falar sobre é importante

Apesar de os dados do estudo mostrar que o sexo na terceira idade é algo importante e relativamente frequente para os idosos, falar sobre essa situação é uma história completamente diferente; de acordo com a pesquisa, apenas 17% dos participantes conversaram sobre suas vidas sexuais com médicos nos últimos dois anos.

Dado que, de acordo com outro estudo , o que mais faz a libido da mulher cair conforme a idade vai avançando é o medo de sentir dor na relação e problemas como incontinência urinária, discutir a vida sexual com médicos pode fazer com que o sexo na terceira idade melhore expressivamente.

Link deste artigo: http://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-05-07/sexo-na-terceira-idade-estudo.html / Foto: shutterstock / Por iG Delas

abr20

Uma vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde de homens e mulheres. Além do prazer em geral, estudos associaram o sexo (e até a masturbação) a um melhor funcionamento da saúde em geral.

Ficou interessado? Então, veja abaixo alguns alguns dos benefícios das relações sexuais elencados pelo site especializado Medical Daily.

1.  Redução do nível de stress

O sexo é uma atividade naturalmente prazerosa que pode impulsionar o humor e regular a ansiedade, reduzindo os sinais de stress. A liberação de dopamina e endorfina no cérebro durante a atividade sexual aumenta o prazer e a sensação de bem-estar.

2. Prevenção de problemas cardíacos

Quando em excesso, a homocisteína – aminoácido relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares – pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos eataques cardíacos. Felizmente, pesquisas sugerem que o sexo pode ajudar a prevenir o acúmulo de homocisteína, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação no corpo. A má notícia é que esse benefício só foi encontrado em homens.

3. Menor risco de câncer de próstata

Outra vantagem para os homens vinda do sexo e da masturbação é a redução no risco de câncer de próstata. Embora os cientistas ainda não tenham conseguido estabelecer uma associação causal, acredita-se que a ejaculação ajude a eliminar substâncias químicas nocivas à saúde do órgão.

4. Qualidade do sono

Sono e sexo parecem ter efeitos equivalentes já que uma boa relação sexual significa um sono melhor e vice-versa. Depois de experimentar um orgasmo, o corpo libera prolactina, hormônio que ajuda a relaxar e cujos níveis podem ser 400% maiores do que após a masturbação, por exemplo.

5. Antienvelhecimento

Segundo David Weeks, ex-chefe de psicologia do Hospital Real de Edimburgo, no Reino Unido, a satisfação sexual é um dos principais contribuintes para uma boa qualidade de vida. Pessoas com uma vida sexual ativa tendem a parecer alguns anos mais jovens do que realmente são.

O ‘efeito rejuvenescedor‘ deve-se à secreção do hormônio do crescimento humano (HGH) e de endorfinas durante o sexo, que ajudam a prevenir rugas e flacidez.

6. Cérebro em melhor forma

Pesquisas descobriram que pessoas que fazem sexo regularmente podem ter uma função cognitiva melhorada, especialmente à medida que envelhecem. Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugeriu que relações sexuais frequentes estavam associadas a uma melhor memória de trabalho, fluência e função executiva.

Esse efeito pode estar associado à redução de processos inflamatórios e crescimento de novas células cerebrais.

7. Alívio da dor

Seja dor de cabeça ou nas articulações, um orgasmo pode trazer alívio. Os estímulos sexuais são conhecidos por aumentar significativamente a tolerância à dor, especialmente nas mulheres, que podem encontrar na masturbação uma fonte de alívio para as cólicas menstruais.

“Os orgasmos ajudam a fortalecer o assoalho pélvico e melhoram o fluxo sanguíneo para os genitais”, disse a ginecologista americana Alyse Kelly-Jones ao Medical Daily.

8. Queima de calorias

Segundo Naomi Greenblatt, diretora médica da The Rocking Chair, o sexo pode ser um ótimo exercício. Cada relação sexual gasta de 85 a 250 calorias.

Uma última dica

Sexo é bom, mas jamais esqueça de usar proteção ou todos esses benefícios podem ser prejudicados por uma doença sexualmente transmissível (DST).

 

Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/saiba-como-uma-vida-sexual-ativa-pode-beneficiar-a-saude/ Por Da Redação

abr13

Um estudo recentemente divulgado mostrou que pessoas casadas que sofreram infartos tiveram melhor evolução e morreram menos que solteiros e viúvos.

Fatores emocionais e sociais têm importante influência sobre o desenvolvimento e evolução da doenças cardíacas. Um estudo inglês, recentemente divulgado, demonstrou que pessoas casadas que sofreram infartos tiveram melhor evolução e morreram menos que solteiros e viúvos.

A pesquisa revelou ainda que casados, de ambos os gêneros, que têm fatores de risco para o desenvolvimento de complicações cardíacas, como hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes, também tiveram uma menor taxa de mortalidade em três anos de acompanhamento.

A pesquisa

Com o objetivo investigar o impacto do estado civil sobre a mortalidade de pacientes internados com síndromes coronarianas agudas (infarto e angina) e com fatores de risco cardiovasculares, foram coletadas informações de um grande banco de dados de hospitais da Inglaterra, entre 1 de janeiro de 2000 e 31 de março de 2013. Foram selecionados pacientes internados com doenças coronarianas agudas, hipertensão, colesterol elevado e diabetes tipo 2 (DM2).

A mortalidade de pacientes de diferentes estados matrimoniais foi comparada e, por meio de métodos estatísticos, ajustada para idade, gênero, etnia e as dez maiores causas de mortalidade no Reino Unido. Entre 929.552 pacientes adultos admitidos no período de estudo, houve 168.431 pacientes com hipertensão, 53.055 com alterações dos níveis de colesterol, 68.098 pacientes com DM2 e 25.287 com síndromes coronarianas agudas.

Conclusão

A análise revelou que as pessoas casadas, em comparação com as solteiras, apresentaram taxas de mortalidade significativamente menores. Assim, entre aqueles com hipertensão houve uma diferença de 10%; naqueles com colesterolelevado a diferença foi de 16%; entre diabéticos, 14%; enquanto nos coronarianos foi de 14% .

A mortalidade também foi menor em pacientes viúvos com hipertensão (3%), diabetes (3,5%) e coronariopatias (4,1%). Pacientes divorciados coronarianos também apresentaram maiores taxas de mortalidade.

Em conclusão, pacientes casados com doenças cardíacas ou fatores de risco têm taxas de mortalidade mais baixas, não podendo ser afastado, além das questões sócio-emocionais, o efeito de um melhor gerenciamento da saúde cardiovascular nesses indivíduos. Os autores sugerem a necessidade de uma maior atenção ao suporte social para pacientes isolados com doenças cardíacas e fatores de risco cardiovasculares.

 

Fonte: iStock/Getty Images /  Por Marcus Malachias

Link: https://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/casamento-faz-bem-ao-coracao/

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