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jun22

Segundo uma pesquisa realizada recentemente pelo Ashley Madison – site para pessoas que buscam ter relacionamentos extraconjugais – a ideia de que o principal fator que leva uma pessoa a ser infiel é o sexo está correto. No entanto, será que isso sempre ocorre porque o sexo com o parceiro ou parceira está ruim? Segundo um novo estudo realizado pela Florida State University e publicado no periódico “Journal of Personality and Social Psychology”, ter uma vida sexual positiva no relacionamento pode aumentar a probabilidade de alguém buscar um “affair”.

Para o estudo, os pesquisadores da área de psicologia fizeram um levantamento com 233 casais recém-casados, documentando detalhes íntimos sobre os relacionamentos deles – como satisfação com a relação, comprometimento e fidelidade – ao longo de um período de três anos e meio. Além das informações coletadas, a equipe também aplicou alguns testes com as pessoas que participaram do estudo, e os resultados mostram que os indicadores de que alguém é infiel podem ser surpreendentes.

Em primeiro lugar, as pessoas que se mostraram mais satisfeitas com a vida sexual também mostraram maior propensão a trair o parceiro ou a parceira. De acordo com os pesquisadores, isso sugere que o contato com um bom sexo faz com que as pessoas tenham vontade de buscar cada vez mais experiências sexuais positivas, independente de como se sentem sobre os maridos ou esposas.

Segundo o estudo, outro fator capaz de indicar a probabilidade de alguém trair ou não é o quão atraente a pessoa é. Para mulheres, ser “pouco atraente” as torna mais propensas à infidelidade , enquanto homens “mais atraentes” que as parceiras têm mais chances de cometer uma traição . Além disso, outro dado levantado é de que a vida sexual que a pessoa tinha antes do casamento também indica a probabilidade de ela ser infiel. Homens que tiveram mais relacionamentos curtos têm mais chances de trair, enquanto, para mulheres, a situação se inverte e são aquelas que menos “experimentaram” antes do casamento as mais propensas a ter um “affair”.

Fonte: IG / Link: http://www.portalonorte.com.br/curioso-85537-ter-vida-sexual-boa-aumenta-a-probabilidade-de-traicao.html

jun11

Estudo se concentrou na monogamia para tentar estabelecer os fatores que levam ao sucesso (durabilidade) ou falha, como a infidelidade.

Durante séculos, temos investido no modelo de monogamia como o modo de vida mais difundido em termos de relacionamentos amorosos. Mas, será que a ciência poderia prever o sucesso de uma relação?

Embora existam inúmeros modelos de relacionamento, um estudo, publicado no Journal of Personality and Social Psychology, se concentrou na monogamia para tentar estabelecer os fatores que levam ao sucesso (durabilidade) ou falha, como a infidelidade. O estudo também estabeleceu uma maneira de como evitá-las.

A equipe de pesquisadores, da Universidade Estadual da Flórida, nos EUA, foi a primeira a encontrar evidências de respostas psicológicas que ajudam a evitar a infidelidade, bem como conseguir manter uma relação de longo prazo.

Para isso, eles analisaram os hábitos de 233 casais com uma média de 3 anos e meio de matrimônio, observando detalhes íntimos do relacionamento e levando em conta fatores como satisfação conjugal, compromisso de longo prazo, infidelidade (se houvesse) e, em caso positivo, se ainda permaneceram juntos.

Cada indivíduo foi convidado a avaliar a atratividade de possíveis potenciais casos paralelos ao casamento. Assim, um dos fatores que determinou o sucesso do casal foi a tendência de desvalorizar ou diminuir a atratividade de amantes possíveis, que reduziu o risco de infidelidade e aumentou a probabilidade de manutenção de um relacionamento. Já as pessoas mais fiéis avaliaram as alternativas românticas de maneira muito mais negativa.

De acordo com os pesquisadores, embora o resultado pareça lógico, não é uma resposta racional. “Essas reações são tipicamente automáticas”, explicou Jim McNulty, um dos principais pesquisadores do estudo. “Esses processos são em grande parte espontâneos e sem esforço, e podem ser moldados pela biologia e/ou experiências da primeira infância”.

Logo, os cientistas sugeriram que a fidelidade é algo que pode ser “treinado”.

O estudo também identificou alguns dos cenários prováveis de infidelidade, como idade, satisfação conjugal, satisfação sexual, a atratividade do casal e a histórico de relacionamentos de curto prazo.

Segundo eles, os classificados como mais infiéis foram as pessoas mais jovens, bem como aqueles que estavam menos satisfeitos com seus relacionamentos, resultados que de fato não são surpreendentes.

No entanto, o que aturdiu os pesquisadores foi o fato de que as pessoas satisfeitas com o sexo no relacionamento eram mais propensas a cometer infidelidade. Um dos motivos prováveis considerados é que estas se sentiam mais positivas em relação ao coito em geral e, portanto, o buscavam fora do casamento, independentemente da forma como se sentiam em relação ao parceiro. Em outras palavras, elas valorizavam o sexo de boa qualidade acima da fidelidade.

Outro fator que ajudou os cientistas a prever a infidelidade foi a atratividade. Esta foi negativamente associada à traição entre as mulheres, mas não entre os homens. Isso, segundo eles, significa que as mulheres menos atraentes são mais propensas a ter um caso extraconjugal.

Já no caso dos homens, a questão da atratividade pesou ao contrário, o que significa que eles são mais propensos a serem infiéis quando acreditam que suas parceiras são pouco atraentes.

O histórico sexual também foi avaliado como um preditor de infidelidade. Os homens que tiveram mais parceiros sexuais de curto prazo antes do casamento eram mais propensos a cometer infidelidade. Já no caso das mulheres, quanto menor o número de parceiros, maiores as chances de infidelidade.

Considerando que as taxas atuais de divórcio são de uma a cada três casais, a conclusão dos pesquisadores foi de que “há uma necessidade imperativa de desenvolver novas maneiras para ajudar as pessoas a se manterem em relacionamentos de longo prazo”.

“Com a disponibilidade de redes sociais e, portanto, o acesso mais fácil a um possível relacionamento alternativo, entender como as pessoas evitam a tentação é mais relevante do que nunca para entender os relacionamentos”, escreveram eles no estudo.

A equipe afirmou acreditar que as descobertas podem oferecer estratégias para psicólogos e psiquiatras para ajudar as pessoas a se manterem envolvidas romanticamente com seus parceiros, treinando a capacidade psicológica de cada uma a empregar a desconexão e desvalorização de potenciais casos de infidelidade.

 

Por: Jornal Ciência / Link: http://www.progresso.com.br/caderno-b/variedades/pesquisa-como-ter-um-relacionamento-longo-e-fiel

jun01

De acordo com a psicóloga e terapeuta Maristela Huerta, alguns passos são fundamentais para que o relacionamento seja mais leve e cordial.

ntender o companheiro em uma relação é o primeiro passo para que o relacionamento seja duradouro e sem desentendimentos. Porém, há outras maneiras de fazer com que a união seja ainda mais forte e cheia de cumplicidade.

De acordo com Maristela Huerta, psicóloga e terapeuta cognitiva comportamental, as cinco linguagens do amor podem ser fundamentais para que o relacionamento seja ainda mais leve e cordial.

A partir do momento em que o(a) parceiro(a) passa a investir na dedicação ao outro, ao toque, a presentear quando for oportuno, fazer um elogio e servir, os bons sentimentos continuarão vivos. Confira na matéria do ‘Viver Bem’.

 

Fonte: https://g1.globo.com/sp/santos-regiao/mais-saude/noticia/cinco-linguagens-do-amor-fazem-o-relacionamento-ser-mais-duradouro.ghtml / Foto: Reprodução/TV Tribun / Por G1 Santos

maio21

Sexo frequente pode prevenir doenças cardíacas e retardar o envelhecimento.

Uma vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde de homens e mulheres. Além do prazer em geral, estudos associaram o sexo (e até a masturbação) a um melhor funcionamento da saúde em geral.

 

1.  Redução do nível de stress

O sexo é uma atividade naturalmente prazerosa que pode impulsionar o humor e regular a ansiedade, reduzindo os sinais de stress. A liberação de dopamina e endorfina no cérebro durante a atividade sexual aumenta o prazer e a sensação de bem-estar.

2. Prevenção de problemas cardíacos

Quando em excesso, a homocisteína – aminoácido relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares – pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos eataques cardíacos. Felizmente, pesquisas sugerem que o sexo pode ajudar a prevenir o acúmulo de homocisteína, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação no corpo. A má notícia é que esse benefício só foi encontrado em homens.

3. Menor risco de câncer de próstata

Outra vantagem para os homens vinda do sexo e da masturbação é a redução no risco de câncer de próstata. Embora os cientistas ainda não tenham conseguido estabelecer uma associação causal, acredita-se que a ejaculação ajude a eliminar substâncias químicas nocivas à saúde do órgão.

4. Qualidade do sono

Sono e sexo parecem ter efeitos equivalentes já que uma boa relação sexual significa um sono melhor e vice-versa. Depois de experimentar um orgasmo, o corpo libera prolactina, hormônio que ajuda a relaxar e cujos níveis podem ser 400% maiores do que após a masturbação, por exemplo.

5. Antienvelhecimento

Segundo David Weeks, ex-chefe de psicologia do Hospital Real de Edimburgo, no Reino Unido, a satisfação sexual é um dos principais contribuintes para uma boa qualidade de vida. Pessoas com uma vida sexual ativa tendem a parecer alguns anos mais jovens do que realmente são.

O ‘efeito rejuvenescedor‘ deve-se à secreção do hormônio do crescimento humano (HGH) e de endorfinas durante o sexo, que ajudam a prevenir rugas e flacidez.

6. Cérebro em melhor forma

Pesquisas descobriram que pessoas que fazem sexo regularmente podem ter uma função cognitiva melhorada, especialmente à medida que envelhecem. Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugeriu que relações sexuais frequentes estavam associadas a uma melhor memória de trabalho, fluência e função executiva.

Esse efeito pode estar associado à redução de processos inflamatórios e crescimento de novas células cerebrais.

7. Alívio da dor

Seja dor de cabeça ou nas articulações, um orgasmo pode trazer alívio. Os estímulos sexuais são conhecidos por aumentar significativamente a tolerância à dor, especialmente nas mulheres, que podem encontrar na masturbação uma fonte de alívio para as cólicas menstruais.

“Os orgasmos ajudam a fortalecer o assoalho pélvico e melhoram o fluxo sanguíneo para os genitais”, disse a ginecologista americana Alyse Kelly-Jones ao Medical Daily.

8. Queima de calorias

Segundo Naomi Greenblatt, diretora médica da The Rocking Chair, o sexo pode ser um ótimo exercício. Cada relação sexual gasta de 85 a 250 calorias.

Uma última dica

Sexo é bom, mas jamais esqueça de usar proteção ou todos esses benefícios podem ser prejudicados por uma doença sexualmente transmissível (DST).

 

FONTE: https://veja.abril.com.br/saude/saiba-como-uma-vida-sexual-ativa-pode-beneficiar-a-saude/ Por Da Redação / FOTO: //iStock

maio07

De acordo com um estudo recente, 73% das pessoas entre 65 e 80 anos se dizem satisfeitas com o que acontece entre quatro paredes; veja detalhes

Sexo é coisa de gente jovem e, conforme as pessoas vão envelhecendo, a frequência com a qual transam diminui até tornar-se baixíssima durante a velhice, certo? Bom, apesar de muita gente ter horror à ideia de que os avôs e avós ou pais e mães ainda transam, dados de um estudo recente mostram que a frequência do sexo na terceira idade e o entusiasmo das pessoas com relação a ele é maior do que costumamos imaginar.

Tem vontade e satisfação, sim!

Divulgado na última semana, o estudo em questão foi realizado por pesquisadores da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos, e levantou alguns dados curiosos sobre o sexo na terceira idade . Se você pensa que pessoas mais velhas não têm sexo em mente, se engana: das mil pessoas entre 65 e 80 anos entrevistadas para o estudo, 84% dos homens e 69% das mulheres acreditam que o sexo é algo importante no relacionamento.

Quando os interesses são levados para a prática, os números caem um pouco, mas seguem mostrando que o fogo não precisa se apagar conforme a pele vai ficando enrugadinha. Entre as pessoas de 65 e 70 anos que foram entrevistadas, 46% delas são sexualmente ativas, enquanto para os idosos de 71 a 75 anos a porcentagem cai para 39% e, para os que têm entre 76 e 80, cai para 25%.

E quanto à satisfação com o que acontece entre quatro paredes? De acordo com o estudo, 73% dos entrevistados pelos pesquisadores afirmam estar satisfeitos com a vida sexual (sendo 37% dessas pessoas extremamente felizes e 36% relativamente felizes). Conforme mostram os dados, as mulheres se mostram mais contentes que os homens com o sexo (43% ante 31% deles), assim como as pessoas comprometidas são mais satisfeitas que as solteiras (40% versus 30%).

 

Obviamente, a saúde também tem parte nessa satisfação, já que, conforme mostram os dados, pessoas que estão em melhores condições de saúde se mostram bem mais contentes com a vida sexual do que aquelas que sofrem com problemas de saúde (40% contra 28%).

 

Falar sobre é importante

Apesar de os dados do estudo mostrar que o sexo na terceira idade é algo importante e relativamente frequente para os idosos, falar sobre essa situação é uma história completamente diferente; de acordo com a pesquisa, apenas 17% dos participantes conversaram sobre suas vidas sexuais com médicos nos últimos dois anos.

Dado que, de acordo com outro estudo , o que mais faz a libido da mulher cair conforme a idade vai avançando é o medo de sentir dor na relação e problemas como incontinência urinária, discutir a vida sexual com médicos pode fazer com que o sexo na terceira idade melhore expressivamente.

Link deste artigo: http://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-05-07/sexo-na-terceira-idade-estudo.html / Foto: shutterstock / Por iG Delas

abr20

Uma vida sexual ativa pode trazer uma série de benefícios para a saúde de homens e mulheres. Além do prazer em geral, estudos associaram o sexo (e até a masturbação) a um melhor funcionamento da saúde em geral.

Ficou interessado? Então, veja abaixo alguns alguns dos benefícios das relações sexuais elencados pelo site especializado Medical Daily.

1.  Redução do nível de stress

O sexo é uma atividade naturalmente prazerosa que pode impulsionar o humor e regular a ansiedade, reduzindo os sinais de stress. A liberação de dopamina e endorfina no cérebro durante a atividade sexual aumenta o prazer e a sensação de bem-estar.

2. Prevenção de problemas cardíacos

Quando em excesso, a homocisteína – aminoácido relacionado ao surgimento de doenças cardiovasculares – pode aumentar o risco de coágulos sanguíneos eataques cardíacos. Felizmente, pesquisas sugerem que o sexo pode ajudar a prevenir o acúmulo de homocisteína, melhorando o fluxo sanguíneo e a circulação no corpo. A má notícia é que esse benefício só foi encontrado em homens.

3. Menor risco de câncer de próstata

Outra vantagem para os homens vinda do sexo e da masturbação é a redução no risco de câncer de próstata. Embora os cientistas ainda não tenham conseguido estabelecer uma associação causal, acredita-se que a ejaculação ajude a eliminar substâncias químicas nocivas à saúde do órgão.

4. Qualidade do sono

Sono e sexo parecem ter efeitos equivalentes já que uma boa relação sexual significa um sono melhor e vice-versa. Depois de experimentar um orgasmo, o corpo libera prolactina, hormônio que ajuda a relaxar e cujos níveis podem ser 400% maiores do que após a masturbação, por exemplo.

5. Antienvelhecimento

Segundo David Weeks, ex-chefe de psicologia do Hospital Real de Edimburgo, no Reino Unido, a satisfação sexual é um dos principais contribuintes para uma boa qualidade de vida. Pessoas com uma vida sexual ativa tendem a parecer alguns anos mais jovens do que realmente são.

O ‘efeito rejuvenescedor‘ deve-se à secreção do hormônio do crescimento humano (HGH) e de endorfinas durante o sexo, que ajudam a prevenir rugas e flacidez.

6. Cérebro em melhor forma

Pesquisas descobriram que pessoas que fazem sexo regularmente podem ter uma função cognitiva melhorada, especialmente à medida que envelhecem. Um estudo da Universidade de Oxford, no Reino Unido, sugeriu que relações sexuais frequentes estavam associadas a uma melhor memória de trabalho, fluência e função executiva.

Esse efeito pode estar associado à redução de processos inflamatórios e crescimento de novas células cerebrais.

7. Alívio da dor

Seja dor de cabeça ou nas articulações, um orgasmo pode trazer alívio. Os estímulos sexuais são conhecidos por aumentar significativamente a tolerância à dor, especialmente nas mulheres, que podem encontrar na masturbação uma fonte de alívio para as cólicas menstruais.

“Os orgasmos ajudam a fortalecer o assoalho pélvico e melhoram o fluxo sanguíneo para os genitais”, disse a ginecologista americana Alyse Kelly-Jones ao Medical Daily.

8. Queima de calorias

Segundo Naomi Greenblatt, diretora médica da The Rocking Chair, o sexo pode ser um ótimo exercício. Cada relação sexual gasta de 85 a 250 calorias.

Uma última dica

Sexo é bom, mas jamais esqueça de usar proteção ou todos esses benefícios podem ser prejudicados por uma doença sexualmente transmissível (DST).

 

Fonte: https://veja.abril.com.br/saude/saiba-como-uma-vida-sexual-ativa-pode-beneficiar-a-saude/ Por Da Redação

abr13

Um estudo recentemente divulgado mostrou que pessoas casadas que sofreram infartos tiveram melhor evolução e morreram menos que solteiros e viúvos.

Fatores emocionais e sociais têm importante influência sobre o desenvolvimento e evolução da doenças cardíacas. Um estudo inglês, recentemente divulgado, demonstrou que pessoas casadas que sofreram infartos tiveram melhor evolução e morreram menos que solteiros e viúvos.

A pesquisa revelou ainda que casados, de ambos os gêneros, que têm fatores de risco para o desenvolvimento de complicações cardíacas, como hipertensão arterial, colesterol elevado e diabetes, também tiveram uma menor taxa de mortalidade em três anos de acompanhamento.

A pesquisa

Com o objetivo investigar o impacto do estado civil sobre a mortalidade de pacientes internados com síndromes coronarianas agudas (infarto e angina) e com fatores de risco cardiovasculares, foram coletadas informações de um grande banco de dados de hospitais da Inglaterra, entre 1 de janeiro de 2000 e 31 de março de 2013. Foram selecionados pacientes internados com doenças coronarianas agudas, hipertensão, colesterol elevado e diabetes tipo 2 (DM2).

A mortalidade de pacientes de diferentes estados matrimoniais foi comparada e, por meio de métodos estatísticos, ajustada para idade, gênero, etnia e as dez maiores causas de mortalidade no Reino Unido. Entre 929.552 pacientes adultos admitidos no período de estudo, houve 168.431 pacientes com hipertensão, 53.055 com alterações dos níveis de colesterol, 68.098 pacientes com DM2 e 25.287 com síndromes coronarianas agudas.

Conclusão

A análise revelou que as pessoas casadas, em comparação com as solteiras, apresentaram taxas de mortalidade significativamente menores. Assim, entre aqueles com hipertensão houve uma diferença de 10%; naqueles com colesterolelevado a diferença foi de 16%; entre diabéticos, 14%; enquanto nos coronarianos foi de 14% .

A mortalidade também foi menor em pacientes viúvos com hipertensão (3%), diabetes (3,5%) e coronariopatias (4,1%). Pacientes divorciados coronarianos também apresentaram maiores taxas de mortalidade.

Em conclusão, pacientes casados com doenças cardíacas ou fatores de risco têm taxas de mortalidade mais baixas, não podendo ser afastado, além das questões sócio-emocionais, o efeito de um melhor gerenciamento da saúde cardiovascular nesses indivíduos. Os autores sugerem a necessidade de uma maior atenção ao suporte social para pacientes isolados com doenças cardíacas e fatores de risco cardiovasculares.

 

Fonte: iStock/Getty Images /  Por Marcus Malachias

Link: https://veja.abril.com.br/blog/letra-de-medico/casamento-faz-bem-ao-coracao/

abr06

Pesquisa mostra que é necessário mais do que tesão para fazer a (o) parceira (o) sentir prazer.

Quais são os requisitos para que uma relação sexual seja boa? Tesão? Sintonia entre os envolvidos? Performance? Esses aspectos são importantes, mas de acordo com uma pesquisa realizada pelo site Singles in America, financiada pelo serviço de namoro Match e conduzida pela Research Now existem outros fatores que fazem uma transa ser boa.

De acordo com o estudo 83% dos solteiros, independentemente da orientação sexual, classificam que um parceiro (a) que seja seja atencioso e entusiasmado são os dois principais indicadores para um bom sexo. Além disso, ter uma boa comunicação e se preocupar com as necessidades do parceiro (a) também contribuem para deixar o momento mais envolvente.

De acordo com a antropóloga biológica Helen Fisher, que também é assessora científica do site Match, as pessoas geralmente colocam muito foco em inovar no momento da transa, mas é importante lembrar que aspectos básicos são fundamentais. A pesquisa foi realizada com mais de 5 mil participantes.

A pesquisa também descobriu que apesar de a maioria dos participantes acreditar que a sintonia sexual melhora com o tempo, as mulheres são 70% menos tolerantes a um sexo ruim do que os homens.

A terapeuta sexual Emily de Ayala vê esse cenário de forma positiva e acredita que esse momento é positivo, pois mostra que as mulheres não se contentam mais com relações ruins apenas para ter um parceiro.

Terceira idade

Engana-se quem pensa que a terceira idade é sinônimo para não ter uma vida sexual satisfatória. De acordo com a pesquisa, entre as mulheres a melhor época para fazer sexo é aos 64 anos. Já entre os homens aos 66 anos.

Um dos motivos, segundo Emily, seria o fato de que os mais velhos se sentem mais confortáveis em falar sobre o que gostam ou não gostam, sem falar que já estão mais maduros e confortáveis com os seus corpos.

 

Fonte: https://www.terra.com.br/vida-e-estilo/sexo/sexo-bom-homens-e-mulheres-contam-o-que-e-essencial-na-transa,98fc02857ab8d9e1be6a15ae686e7ed3e8euvubt.html / Por redação

mar26

Escolher um parceiro com quem passar o resto da vida provavelmente é uma das decisões mais difíceis que qualquer um de nós tomará ao longo da vida. Os critérios são subjetivos em relação à cada pessoa, mas é necessário pensar bem. Afinal, essa escolha pode afetar sua saúde, sua forma de reagir ao estresse e até sua visão de mundo.

Pensando nisso, o professor de psicologia da Universidade Monmouth, nos Estados Unidos, Gary W. Lewandowski Jr., desenvolveu uma lista de perguntas que podem ajudar quem está em dúvida do que procura. Ele se inspirou no conceito da Lista Keltner, que decide, por meio de conceitos objetivos e subjetivos, quais jogadores de beisebol dos Estados Unidos merecem estar no Hall da Fama do esporte.

Segundo o psicólogo, a ideia é usar os instintos respondendo a questões formuladas a partir de pesquisas científicas sobre comportamento e relacionamentos.

Confira as perguntas:
1) Como o seu parceiro te torna uma pessoa melhor e como você faz o mesmo por ele?

2) Você e seu parceiro se sentem confortáveis para compartilhar sentimentos, contar um com o outro, ficar próximos e parar de se preocupar com a possibilidade de um término?

3) Você e seu parceiro aceitam um ao outro por quem são, sem tentar mudar o outro?

4) Vocês se comunicam de forma respeitosa ou desrespeitosa quando discutem?

5) Vocês dividem as decisões, poder e influência no relacionamento?

6) Seu parceiro é seu melhor amigo? Você é o dele?

7) Vocês pensam mais em “nós” do que em “eu” e “você”?

8) Você e seu parceiro compartilham as senhas bancárias e redes sociais um com o outro?

9) Vocês veem um ao outro como boas pessoas?

10) Seus amigos e os amigos do seu parceiro acreditam que vocês têm um bom relacionamento e que vai durar?

11) O seu relacionamento está livre de maus sinais como traição, ciúmes e comportamento controlador?

12) Você e seu parceiro compartilham os mesmos valores políticos, religiosos, matrimoniais e parentais?

13) Vocês estão dispostos a sacrificar seus próprios desejos, necessidades e objetivos um pelo outro sem serem empecilhos?

14) Você e seu parceiro são maleáveis e emocionalmente estáveis?

15) Vocês são sexualmente compatíveis?

A ideia é responder as perguntas com sim ou não. “Lembre-se que o teste não se trata de notas e desempenho, mas de um guia para o que realmente importa em relacionamentos. Tendo dito isso, a melhor resposta para todas as perguntas é um ‘sim’ rápido e certeiro”, escreve o cientista no The Conversation.

Ele ressalta que, na hora de tomar decisões importantes, quanto mais informações você tiver, melhor, então não hesite em fazer perguntas para familiares, amigos e, claro, a si mesmo. Vale o experimento.

 

Fonte: https://revistagalileu.globo.com/Ciencia/noticia/2018/02/15-perguntas-que-vao-determinar-se-seu-relacionamento-vai-durar-ou-nao.html

mar19

Eles haviam sido casados por 50 anos e para aliviar a dor passaram a jogar cartas; assim se conheceram e mostraram que nunca é tarde para o amor.

Tanto Nancy, de 77 anos, quanto J.C., de 83 anos, foram casados com outros parceiros por cerca de 50 anos e ficaram viúvos. O marido de Nancy lutou contra a doença de Parkinson e a demência, já a esposa de J.C. sofria de Alzheimer. Depois das perdas, ambos passaram a jogar cartas para aliviar o estresse diário, e o diretor do clube em que jogam sugeriu, certa vez, que eles se tornassem parceiros. Logo os idosos viraram amigos e não imaginavam que a essa altura da vida um novo amor pudesse surgir.

Divulgação/Jamie Vinson

Os idosos tiveram um casamento emocionante. J.C. não conteve as lágrimas e se emocionou durante toda a cerimônia

Passando ainda mais tempo juntos jogando cartas, eles descobriam que compartilhavam outros interesses em comum como livros, música, teatro e uma imensa vontade de viajar. Fora isso, os idosos estavam sofrendo com a perda de seus parceiros e passaram a se apoiar mutuamente. Desta amizade floresceu um amor e então eles decidiram se casar.

Como o momento era muito especial, a filha de Nancy fez questão de contratar a fotógrafa Jamie Vinson. “Quando ouvi a história me senti inspirada e honrada por ter a chance de documentar este dia incrivelmente especial”, afirma a profissional em relato ao site “Love What Matters”.

Detalhes do grande dia

Ao chegar ao local do casamento, a fotógrafa viu Nancy se arrumando: “Ela me cumprimentou com um grande abraço e me disse que estava muito empolgada e um pouco nervosa”.

O local onde a cerimônia aconteceu foi decorado de forma simples e pétalas de rosas brancas formaram o corredor que a noiva entraria. “Os convidados começaram a chegar e ficou claro que era um dia alegre e significativo para todos os envolvidos. Foi nessa hora que finalmente conheci o noivo e percebi o quanto ele era carismático e espirituoso”, conta Jamie.

Lágrimas rolaram

O momento que mais emocionou a todos foi quando J.C. viu Nancy entrar pelo corredor com um belo vestido azul. O idoso apaixonado não conteve as lágrimas, deixando todos os convidados comovidos. A emoção dele se tornou ainda mais evidente à medida que trocaram os votos, e a fotógrafa registrou tudo.

Divulgação/Jamie Vinson

Após dizer “sim”, o casal aproveitou para beber juntos o drink favorito deles e depois aproveitaram a festa

Após dizerem “sim”, adivinha o que eles fizeram?! Foram tomar a bebida favorita deles, um drink chamado “margaritas”. O casal não escondeu a felicidade e a fotógrafa fala que em seus rostos era possível ver o quanto estavam realizados. A recepção aos convidados foi alegre e com muita dança e também contou com um delicioso jantar.

Jamie diz ainda ter ficado empolgada com esse trabalho porque acredita que a história dos idosos é inspiradora: “Este dia incrivelmente especial foi um lembrete de que devemos viver todos os dias das nossas vidas de forma absoluta e nunca é tarde para o amor. Um grande agradecimento a Nancy e J.C. por me deixarem documentar seu dia maravilhoso do casamento”.

Fonte: Delas – iG @ http://delas.ig.com.br/amoresexo/2018-03-16/casamento-idosos-emocionante.html

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